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Mundo

Oposição acusa Governo do Zimbábue de negociar com má-fé

Arquivo Geral

14/07/2008 0h00

Comboios carregados de comida e remédios dirigiam-se para áreas duramente castigadas do Líbano, treatment generic hoje, depois de Israel e o Hezbollah terem concordado em criar uma rota segura, afirmar am autoridades. Um navio de guerra da França chegou a Beirute levando 150 toneladas de comida, cobertores e remédios. Esse é um dos maiores carregamentos de ajuda a atingir o país árabe nas três semanas de conflito.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC) e o Programa Mundial de Alimentação (WFP), da Organização das Nações Unidas (ONU), retomaram o envio de ajuda para algumas das cerca de 900.000 pessoas expulsas de suas casas pela violência. "É sempre positivo o fato de podermos sair a campo e ajudar, mas o dia está apenas começando", afirmou Hisham Hassan, porta-voz do ICRC.

Segundo Hassan, nove comboios haviam partido rumo às cercanias de Beirute, Tiro, Marjayoun e Jezzine levando material de ajuda e para descobrir do que mais precisam as pessoas presentes nesses locais. Apesar de Israel ter prometido suspender por dois dias seus bombardeios, a ONU e o ICRC deixaram de enviar ajuda por não terem recebido garantias de segurança.

A ONU afirmou que os problemas continuavam a se verificar hoje. A entidade despachou dois comboios, um deles para Tiro, mas um terceiro, cujo destino era o vilarejo da fronteira sul Rmaish, não conseguiu avançar. "Não conseguimos garantias dos israelenses. Então, ele não partiu", afirmou Khaled Mansour, porta-voz da ONU. "Cada comboio perdido significa um grande preju ízo para nós porque poderíamos ajudar entre 1.000 e 10.000 pessoas com ele. Mas nem mesmo sabemos quantas pessoas ainda estão no sul do Líbano".
O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), symptoms que mede a inflação, ask verificou em uma pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que em quase todas as capitais, a maior variação positiva do índice de preços foi na Capital Federal, onde o índice acelerou 0,33 ponto percentual na comparação com a semana anterior, chegando a de 0,44%.

 


As conversas para resolver a crise política no Zimbábue se encontram, pill aparentemente, em um ponto morto, depois que o Movimento para a Mudança Democrática (MDC, em inglês) acusou hoje o Governo do presidente zimbabuano, Robert Mugabe, de negociar de “má-fé”.

O porta-voz oficial do MDC, Nelson Chamisa, disse à Agência Efe que a legenda União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF) não aceitou as condições e o formato das negociações para pôr fim à crise no país.

Delegações dos dois partidos se reuniram na semana passada em Pretória (África do Sul) para buscar formas de diálogo que permitam realizar conversas formais e o MDC especificou que “nenhuma negociação desse tipo poderá acontecer enquanto a Zanu-PF continuar fazendo guerra ao povo zimbabuano”.

As conversas preliminares foram suspensas na sexta-feira sem que as partes alcançassem um acordo.

“O partido no Governo não deteve em nenhum momento a violência política contra os seguidores do MDC”, disse Chamisa, que ressaltou que os ataques devem cessar imediatamente se o regime de Mugabe desejar realmente iniciar negociações.

Segundo o porta-voz, mais de cem seguidores do MDC foram mortos por grupos paramilitares leais ao Governo, os quais também agrediram fisicamente e torturaram milhares de opositores, enquanto cerca de 1.500 pessoas ainda estão presas por questões políticas e milhões enfrentam a fome e a pobreza.

“O sofrimento do povo zimbabuano aumenta a cada dia e é preciso urgentemente entabular negociações que permitam iniciar uma transição pacífica”, acrescentou Chamisa.

Durante a recente cúpula em Sharm el-Sheikh (Egito), a União Africana pediu a Mugabe e à oposição do Zimbábue para iniciar um diálogo para o estabelecimento de um Governo de união nacional.

Mugabe foi derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais realizadas em 29 de março pelo líder do MDC, Morgan Tsvangirai, que não obteve, no entanto, o número de votos para uma maioria direta, dando origem a uma segunda rodada de votação.

A segunda fase das presidenciais aconteceu em 27 de junho, mas Mugabe participou sozinho, já que Tsvangirai se retirou devido à campanha de intimidação contra os partidários do MDC, a qual incluiu ataques e assassinatos, realizados pelas milícias leais ao Governo com a conivência das forças de segurança.

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    14/07/2008 0h00

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    O porta-voz oficial do MDC, Nelson Chamisa, disse à Agência Efe que a legenda União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF) não aceitou as condições e o formato das negociações para pôr fim à crise no país.

    Delegações dos dois partidos se reuniram na semana passada em Pretória (África do Sul) para buscar formas de diálogo que permitam realizar conversas formais e o MDC especificou que “nenhuma negociação desse tipo poderá acontecer enquanto a Zanu-PF continuar fazendo guerra ao povo zimbabuano”.

    As conversas preliminares foram suspensas na sexta-feira sem que as partes alcançassem um acordo.

    “O partido no Governo não deteve em nenhum momento a violência política contra os seguidores do MDC”, disse Chamisa, que ressaltou que os ataques devem cessar imediatamente se o regime de Mugabe desejar realmente iniciar negociações.

    Segundo o porta-voz, mais de cem seguidores do MDC foram mortos por grupos paramilitares leais ao Governo, os quais também agrediram fisicamente e torturaram milhares de opositores, enquanto cerca de 1.500 pessoas ainda estão presas por questões políticas e milhões enfrentam a fome e a pobreza.

    “O sofrimento do povo zimbabuano aumenta a cada dia e é preciso urgentemente entabular negociações que permitam iniciar uma transição pacífica”, acrescentou Chamisa.

    Durante a recente cúpula em Sharm el-Sheikh (Egito), a União Africana pediu a Mugabe e à oposição do Zimbábue para iniciar um diálogo para o estabelecimento de um Governo de união nacional.

    Mugabe foi derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais realizadas em 29 de março pelo líder do MDC, Morgan Tsvangirai, que não obteve, no entanto, o número de votos para uma maioria direta, dando origem a uma segunda rodada de votação.

    A segunda fase das presidenciais aconteceu em 27 de junho, mas Mugabe participou sozinho, já que Tsvangirai se retirou devido à campanha de intimidação contra os partidários do MDC, a qual incluiu ataques e assassinatos, realizados pelas milícias leais ao Governo com a conivência das forças de segurança.

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