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Mundo

Operação militar israelense mata uma palestina

Arquivo Geral

15/08/2006 0h00

A mineradora canadense de níquel Inco anunciou hoje que vai começar a negociar uma fusão com a Companhia Vale do Rio Doce, approved generic apesar de ainda continuar recomendando a seus acionistas a aceitação da oferta feita pela Phelps Dodge.

A Inco informou que pode-se esperar razoavelmente que a oferta da Vale resulte em uma "proposta superior", o que permitiria discussões com a mineradora brasileira.

O Irã atacará Tel Aviv com seus mísseis de médio alcance se for atacado, see disse um influente clérigo hoje. "Se eles (os EUA e Israel) atacarem militarmente o Irã… vão temer o dia em que nossos mísseis de 2.000 quilômetros de alcance atingirão Tel Aviv", afirmou Ahmad Khatami à televisão estatal.

Khatami faz parte da Assembléia dos Sábios, o órgão de 86 clérigos que supervisiona constitucionalmente o homem mais poderoso do país, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo. Especialistas em armas dizem que os mísseis Shahab-3 do Irã têm um alcance máximo de cerca de 2.000 quilômetros, o que significa que podem atingir Israel e bases militares norte-americanas no Golfo.

Autoridades dos EUA acusam o Irã de planejar colocar ogivas nucleares em seus mísseis. O Irã diz não ter desejo de possuir armamentos atômicos e estar apenas desenvolvendo tecnologia nuclear para propósitos pacíficos, como geração de eletricidade.

Os comandantes militares do Irã advertiram que não hesitariam em mobilizar os mísseis Shahab-3 se o Irã for atacado por causa de seu polêmico programa nuclear. Washington diz querer uma solução diplomática para a disputa nuclear iraniana com o Ocidente, mas não descartou opções militares.

Teerã prometeu expandir suas atividades energéticas atômicas apesar da resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que exigia a suspensão dos trabalhos nucleares até o dia 31 de agosto, sob pena de impor sanções.

Khatami elogiou o Hezbollah por sua resistência contra Israel, dizendo que o presidente norte-americano, George W. Bush, e o premiê israelense, Ehud Olmert, devem aprender a lição com a guerra de um mês no Líbano. "Parabenizo o Hezbollah por sua vitória, que foi a vitória do Islã. Foi uma derrota vergonhosa para a América e para o regime sionista (Israel)", afirmou Khatami.

Ontem, Bush reiterou que o Irã deveria interromper seu apoio a grupos armados tanto no Iraque quanto no Líbano. O Irã, que se recusa a reconhecer o Estado de Israel, diz dar apenas apoio moral a grupos anti-Israel, como o Hamas e o Hezbollah, e nega estimular rebeldes no Iraque.

O Exército de Israel tem planos de começar a retirar as tropas de posições avançadas no sul do Líbano e entregá-las ao controle de forças da Organização das Nações Unidas (ONU) dentro de 48 horas, try afirmaram autoridades israelenses e diplomatas ocidentais hoje.

O cronograma acelerado é um sinal da crescente preocupação israelense de que suas forças tornem-se alvos fáceis para ataques do Hezbollah e atrapalhem uma frágil trégua que entrou em vigor às 8h (2h de Brasília) de ontem

Autoridades do governo de Israel disseram que os planos pedem à força da ONU, sales conhecida como Unifil, que transfira seus integrantes na quarta ou quinta-feira para algumas posições mantidas por soldados israelenses.

A Unifil já possui cerca de 2.000 soldados na região. Um cessar-fogo aprovado por resolução da ONU prevê o envio de mais 13.000 soldados da ONU ao sul do Líbano. Diplomatas ocidentais disseram que um envio inicial de 4.000 soldados da ONU poderia começar na próxima semana. Mas um alto diplomata da ONU disse duvidar que haverá voluntários suficientes para formar em breve uma força completa de 15.000 integrantes.

Um diplomata ocidental que conversou com oficiais do Exército afirmou que as forças israelenses na frente de batalha já começaram uma retirada "em pequena escala" de áreas menos estratégicas do sul do Líbano, para consolidar posições que podem defender com maior facilidade. "Eles (os oficiais israelenses) querem uma saída rápida em uma a duas semanas", afirmou o diplomata. "Eles não querem um segundo round (de combates) agora".

Israel havia mandado cerca de 30.000 soldados ao sul do Líbano como parte de sua ofensiva terrestre, conquistando territórios até o rio Litani, a cerca de 20 Km de sua fronteira norte. Pelo menos um batalhão, com algo entre 800 e 1.000 soldados, foi retirado ontem após o início da trégua. Outras tropas foram vistas deixando a região hoje.

Um terremoto de magnitude 5, viagra 60mg 9 abalou o leste da Indonésia hoje, clinic  afirmou um funcionário do centro nacional de terremoto, cialis 40mg mas não foi emitido um alerta de tsunami.

"Houve um terremoto no mar de Banda às 10h05 (horário local)", afirmou Fauzi, da Agência Meteorológica e Geofísica (MGA). "Não há possibilidade de um tsunami, nem houve danos". Segundo a Agência Geológica dos Estados Unidos, o tremor de terra teve magnitude de 6,1 e foi registrado a uma profundidade de 39 km. O epicentro foi 188 Km a sudoeste de Ambon.

A Indonésia sofre com tremores de terra frequentes. Em maio deste ano, um forte terremoto atingiu a cidade de Yogyakarta, em Java, matando ao menos 5.000 pessoas, e um tsunami, depois de um terremoto em 17 de julho na costa sul de Java, matou ao menos 600 pessoas. Um terremoto de magnitude 9,15 em dezembro de 2004 provocou um tsunami no Oceano Índico que matou mais de 220.000 pessoas na região.
O presidente da Venezuela, store Hugo Chávez, sildenafil  afirmou na noite de ontem que o líder cubano, Fidel Castro, vai se recuperar antes do previsto de sua recente intervenção cirúrgica. Devido à operação para conter uma hemorragia no intestino, Fidel delegou o poder da ilha pela primeira vez em quase meio século.

Chávez disse que sua visita de três horas ao convalescente líder caribenho, no dia do aniversário deste, não foi assistida por nenhum médico. "Voltei com a firme convicção de que ali está Fidel se recuperando e que ele vai se recuperar mais rápido do que esperamos", afirmou Chávez em declarações feitas na Jamaica e transmitidas pela televisão estatal venezuelana. Chávez acrescentou que o presidente cubano de 80 anos estava de bom humor e que, inclusive, deu instruções a seus colaboradores.

Atualizada às 10h52 

Um militante suicida detonou um caminhão carregado de explosivos perto do escritório de um importante partido curdo nesta terça-feira na cidade de Mosul, decease no norte do Iraque, matando nove pessoas e ferindo outras 36, disse a polícia. Cinco milicianos curdos estão entre os mortos, disse a polícia.

A explosão, do lado de fora do escritório da União Patriótica do Curdistão, liderada pelo presidente iraquiano, Jalal Talabani, também feriu outros 24 milicianos. As outras vítimas eram civis.

Mosul, uma cidade religiosamente dividida localizada a 390 quilômetros ao norte de Bagdá, foi assolada por matanças sectárias desde a invasão ao Iraque, em 2003, e testemunhou pesados choques entre militantes e forças iraquianas e norte-americanas no dia 4 de agosto.

O coronel de polícia Kareem Khalaf disse que o militante explodiu um caminhão de lixo às 10h45 da manhã (hora local) na região leste da cidade. Outra fonte policial disse que o caminhão pode ter sido confundido com um veículo de construção que estaria participando de alguma reforma no edifício.

O ataque segue-se à violência contra o Partido na semana passada, quando seus escritórios no sul do Iraque foram saqueados por seguidores de um clérigo xiita de Basra. Eles ficaram revoltados com um artigo no jornal oficial do partido curdo que alegava que o clérigo, o xeque al-Yaqoubi, estava inflamando a tensão sectária em Kirkuk, uma cidade que é reclamada tanto por árabes quanto pelos curdos.

Talabani emitiu um comunicado, posteriormente, dizendo se arrepender de qualquer dano causada pelo artigo e afirmando que não teve conhecimento prévio de sua publicação.

 

O premiê japonês, approved Junichiro Koizumi, visitou hoje o templo Yasukuni para as vítimas da guerra, em Tóquio, no aniversário da rendição de seu país na Segunda Guerra Mundial.

A decisão do líder japonês, que deixará o poder em setembro, provocou protestos irritados de Pequim e Seul. A China parece acreditar que o seu provável sucessor no governo do Japão, o secretário do gabinete Shinzo Abe, ajudaria a reparar as relações diplomáticas estremecidas.

Na terça-feira, Abe, de 51 anos — conservador no que diz respeito à segurança e que já visitou o templo Yasukuni no passado —, fez um chamado pelo diálogo, mas se negou a dizer se voltaria ao local da polêmica caso vire primeiro-ministro.

O templo xintoísta homenageia os líderes japoneses da Segunda Guerra, condenados como criminosos de guerra, assim como 2,5 milhões de pessoas que morreram no conflito. O local é visto como um símbolo do passado militarista japonês nos dois países vizinhos asiáticos, que sofreram na pele com a agressão nipônica.

Koizumi, com uma expressão solene e caminhando atrás de um líder xintoísta com vestes tradicionais, se curvou antes de entrar no templo, sob forte chuva. É a primeira peregrinação ao local de um primeiro-ministro japonês no aniversário de 15 de agosto desde que Yasuhiro Nakasone esteve lá em 1985, dando início a uma onda de protestos na China.

As relações de Tóquio com Pequim e Seul já estão num de seus níveis mais baixos em décadas, em parte em razão das peregrinações anuais de Koizumi. hoje, a China afirmou que as visitas dele ao templo estavam "corroendo as bases das relações entre a China e o Japão" e chamaram de volta seu embaixador no Japão, de forma a marcar o protesto.

Dezenas de manifestantes foram à frente da embaixada japonesa em Pequim, mas não havia sinais dos enormes e por vezes violentos protestos de rua que ocorreram em cidades chinesas no ano passado. A Coréia do Sul, que hoje comemorou o aniversário de sua libertação do poder colonial japonês, também criticou duramente o governo do país vizinho.

"A visita do primeiro-ministro japonês ao templo Yasukuni é um total desrespeito ao governo e ao povo coreano", declarou o chanceler sul-coreano Ban Ki-moon na capital da Austrália, Camberra. Cerca de 2.000 pessoas se aglomeraram em frente à embaixada japonesa em Seul, onde os manifestantes decapitaram uma efígie de Koizumi.

Especialistas dizem que Washington também se preocupa com a deterioração das relações do Japão com a China e a Coréia do Sul. Após a polêmica visita, Koizumi e o imperador Akihito — filho do falecido imperador Hirohito, em cujo nome a guerra foi travada — participaram de uma cerimônia em homenagem aos japoneses mortos na guerra.

"Nosso país infligiu grandes perdas e sofrimento aos povos de muitos países, especialmente dos países asiáticos. Em nome do povo japonês, gostaria de expressar profundo remorso e prestar humildemente condolências às vítimas", disse Koizumi.

O premiê japonês defendeu sua decisão de ir ao templo Yasukuni nesta data simbólica e criticou Pequim e Seul por se recusarem a fazer encontros de cúpula bilaterais em razão da polêmica sobre o santuário. "Não vou para justificar a guerra passada ou glorificar o militarismo", disse ele. "Vou com o sentimento de que não devemos ir à guerra de novo e que não devemos esquecer o sacrifício daqueles que foram à guerra e morreram".

Os críticos argumentam que as visitas de Koizumi refletem as dificuldades do Japão de encarar o seu passado militarista, incluindo as atrocidades cometidas na Ásia. Koizumi, de 64 anos, visitou o templo todos os anos desde que tomou posse, em 2001, mas nunca antes o havia feito no dia 15 de agosto, apesar de uma promessa de campanha de que faria isso.
Sete soldados do Exército Nacional Afegão e três civis ficaram feridos em um atentado suicida na província de Paktika, there nordeste do Afeganistão, cheapest informou hoje a coalizão militar liderada pelos Estados Unidos no país.

Segundo um comunicado divulgado pelo comando militar, na segunda-feira um terrorista suicida detonou os explosivos que levava presos ao corpo perto de um veículo do Exército que estava nos arredores do mercado de um povoado do distrito de Bermel. A explosão provocou a morte do terrorista e feriu outras dez pessoas – sete militares e três civis -, segundo a nota.

"As forças da coalizão foram ao local para garantir a segurança até que os feridos fossem evacuados", afirma a nota, que acusa os talibãs pelo atentado. O coronel Paul Fitzpatrick, porta-voz da Força de Trabalho Conjunta da Coalizão militar, diz na nota que "isto é o que os talibãs têm a oferecer ao povo do Afeganistão: a morte e a destruição dos inocentes".
O cessar-fogo entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbolla após 33 dias de guerra não declarada, cheap entrou hoje em seu segundo dia sem maiores incidentes, more about enquanto os refugiados dos dois países voltam para casa.

Segundo a resolução 1.701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, more about que acertou o cessar-fogo entre Israel e Líbano, a retirada das tropas israelenses das posições conquistadas antes do fim das hostilidades deve coincidir com o envio de 15 mil soldados do Governo de Beirute.

Grande parte dos civis israelenses que retornaram hoje para casa – muitas parcial ou totalmente destruídas por foguetes do Hezbolla – criticava o cessar-fogo e mostrava desconfiança, temendo que, em pouco tempo, os milicianos xiitas voltem a atacar.

A população do norte de Israel conhece esses foguetes há mais de 20 anos, quando eles eram disparados do sul do Líbano pela guerrilha palestina antes de ela ser expulsa após a guerra de 1982.

O chefe de operações do Comando do Norte de Israel, coronel Alon Fridman, anunciou hoje que os primeiros reservistas começarão a ser retirados do sul do Líbano no final da semana. Ainda não foi divulgada, até agora, uma data para a chegada do Exército libanês.

Outras fontes militares previam ontem à noite a chegada ao sul do Líbano de uma vanguarda de soldados da ONU no prazo de 24 a 48 horas. Suas ações e sua formação, no entanto, não foram informadas pelas autoridades responsáveis.

A resolução 1.701 prevê o envio de uma força de 15 mil homens da ONU que reforçará o contingente de 2 mil efetivos da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul), que está no país desde 1978.

A missão desses soldados será cooperar com os libaneses a fim de garantir o cessar-fogo e permitir que o Governo de Beirute estenda seu controle no sul até a fronteira com Israel. O Governo libanês, segundo o que foi acordado no Conselho de Segurança em sua última resolução, deverá garantir o cumprimento das resoluções anteriores que exigem o desarmamento de todos os grupos armados no Líbano.

No entanto, o líder do Hezbolla, Hassan Nasrallah, advertiu ontem que "é um mau momento" para discutir sobre o desarmamento da Resistência Islâmica, o braço armado de sua organização. O desarmamento dos guerrilheiros xiitas, aparentemente mais poderosos que o Exército libanês, é para os israelenses a peça-chave da resolução da ONU. Calcula-se que, dos 50 mil homens do Exército libanês, 40% fazem parte do Hezbolla.

O chefe da Finul, o general francês Alain Pellegrini, afirmou à imprensa que a situação na região é boa. O militar israelense se reuniu ontem com o chefe do Comando do Norte de Israel, Udi Adam, e com um oficial militar libanês. Pellegrini disse, no entanto, que o conflito armado entre os milicianos do Hezbolla e o Exército israelense pode explodir novamente com um mínimo incidente.

Os milicianos, segundo fontes militares israelenses, dispararam quatro bombas nesta madrugada contra as forças israelenses posicionadas entre o rio Litani e a fronteira. Não houve conseqüências. "O desarmamento do Hezbolla é uma obrigação assumida pelas autoridades libanesas", disse hoje à emissora pública um alto funcionário do Governo israelense não identificado. A fonte garantiu que, "se eles não fizerem isso, faremos nós".

Participaram da ofensiva contra o Hezbolla 30 mil soldados e reservistas israelenses, que devem passar o controle do território entre o Litani e a fronteira internacional ao Exército libanês e à Finul. O vice-primeiro-ministro israelense, Shimon Peres, responsável pelo desenvolvimento da Galiléia e do deserto do Neguev, deve se reunir hoje em Washington com a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, antes de iniciar uma viagem pelos Estados Unidos.

O político solicitará a ajuda do Governo americano e das comunidades judaicas para conseguir US$ 1 bilhão, que seriam destinados à reconstrução de milhares de casas, edifícios públicos, comércios e fábricas no norte do país. Segundo fontes militares, os milicianos do Hezbolla dispararam 3.970 mísseis e foguetes Katyusha contra dezenas de localidades das comunidades judaica, árabe e drusa na Galiléia. Os danos materiais são calculados em mais de US$ 1,5 bilhão.

Uma mulher do campo de refugiados palestinos de Askar, this site no distrito de Nablus, order na Cisjordânia, here morreu hoje atingida por disparos de soldados israelenses que procuravam militantes das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, informaram testemunhas.

Os soldados, que feriram outras duas pessoas, um homem e uma mulher, destruíram três casas e detiveram cinco membros de uma família, disseram as fontes palestinas no local.

Os soldados, acrescentaram, realizavam uma operação para prender milicianos procurados das Brigadas, facção armada da resistência palestina filiada ao movimento Fatah.

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