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Oito em dez austríacos deixaram de comprar pepinos, tomates e beringelas

Arquivo Geral

31/05/2011 10h07

 

 

 Oito em cada dez austríacos, segundo uma pesquisa, afirmam ter renunciado temporariamente a compra de pepinos, tomates e beringelas devido ao surto de uma variante da bactéria intestinal E. coli na Alemanha que já causou 15 mortos.

 

Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada pelo instituto Oekonsult com 813 pessoas no fim de semana passado e que nesta terça-feira é divulgada em toda a imprensa austríaca.

 

Embora a pesquisa destaque que não existem “provas conclusivas” da vinculação entre os pepinos procedentes da Espanha e a infecção, 83% dos pesquisados rejeitam a “presunção de inocência” dos produtores espanhóis, e só 4% aceitam esperar saber todos os dados para fazer um julgamento de valor.

 

A imensa maioria dos pesquisados, 95%, considera que a compra de hortaliças e outros produtos frescos austríacos é uma garantia de qualidade frente aos importados.

 

Áustria reforçou os controles sanitários aos produtos hortifrutigranjeiros procedentes do exterior, embora não estabeleceu nenhum veto a sua importação de nenhum país.

 

Em algumas redes de supermercados, como os do gigante alemão REWE, foram retiradas “de forma preventiva” pepinos, tomates e beringelas espanhóis até que tenha esclarecido a situação.

 

A Agência de Segurança Sanitária austríaca ordenou a retirada de uma remessa de pepinos, tomates e beringelas da Espanha de 33 lojas biológicas por serem procedentes dos mesmos atacadistas alemães nos quais encontraram rastros da bactéria intestinal.

 

O Escritório de Saúde e Segurança Alimentar (Ages) austríaco habilitou uma linha telefônica para informar sobre a bactéria “E. coli” e tomar medidas de prevenção.

 

Na Áustria ocorreram dois casos de infecção em dois turistas alemães que estavam de férias na região de Alta Áustria.

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