O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, pediu hoje à comunidade internacional que mostre sua solidariedade “real, efetiva e imediata” ao Haiti, ajudando o país a atenuar os danos causados pelo terremoto.
“A desgraça voltou a bater em um povo já tão castigado como o haitiano, desta vez em forma de um violento terremoto. Nossos pensamentos estão com as vítimas”, disse Insulza em comunicado.
“É neste momento que os povos, os Governos e os líderes deste continente, como vizinhos e irmãos do povo do Haiti, devemos mostrar nossa solidariedade e apoio de uma maneira real, efetiva e imediata, guiados pelo Governo da ilha, que é quem melhor sabe onde estão as necessidades mais urgentes”, apontou.
Insulza adiantou que a OEA vai iniciar seus mecanismos para “fornecer o que estiver a nosso alcance para atender aos afetados por tão catastrófico fenômeno”.
Neste sentido, destacou que o Conselho Permanente do organismo, que se reúne amanhã em Washington, estudará a situação do Haiti após a catástrofe para que “todos os países possam contribuir para ajudar o Haiti nesta hora”.
O secretário-geral adjunto da OEA, Albert Ramdin, foi encarregado de recolher as informações disponíveis sobre os danos materiais e humanos provocados pelo terremoto e sobre os requerimentos mais imediatos que o país caribenho necessita para informar ao conselho permanente.