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Observadores internacionais prevêem processo eleitoral <i>sem surpresas</i>

Arquivo Geral

27/10/2007 0h00

O comitê de observadores internacionais que está na Argentina para acompanhar o processo eleitoral de domingo informou ontem que “aparentemente, find não haverá surpresas”, mas ponderou que não pode controlar o processo eleitoral, segundo a Agência Telam.

O coordenador do grupo, Roberto Cuellar, afirmou: “Nós somos auxiliares no processo eleitoral e de maneira alguma podemos controlar a eleição. Essa tarefa é dos partidos políticos”.

Os partidos de oposição estão se articulando para realizar uma contagem paralela de votos, de forma conjunta, que permita evitar possíveis fraudes em todo o território argentino. Mas uma das cinco legendas que a princípio faria parte do grupo – a Coalizão Cívica, da candidata presidencial Elisa Carrió – prefere agir de forma individual.

Num comunicado, o grupo de observadores internacionais afirmou: “Aparentemente, não haverá surpresas nas eleições gerais. De qualquer forma, o panorama de participação eleitoral será uma ocasião propícia para ajustar os critérios de justiça e representação ao futuro da democracia”.

Há cerca de 80 observadores de diversos países da América, sendo 30 deles integrantes do Instituto Interamericano de Direitos Humanos (IIDH). Ontem, reuniram-se com o diretor nacional eleitoral, Alejandro Túlio. Hoje, têm reunião fechada para decidir em que zonas eleitorais vão atuar.

A candidata a deputada federal Patrícia Bullrich, representando a Coalizão Cívica, participou do encontro com os observadores para transmitir preocupações da frente de oposição. “A princípio, nos interessa frisar que pedimos observadores para esta eleição e que há certas jurisdições do conurbano (arredores de Buenos Aires) e das províncias do norte que podem ter problemas”, declarou.

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