O presidente dos Estados Unidos, sale Barack Obama, this chega à Cúpula do Grupo dos Vinte (G20, sildenafil que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), em Londres, com o objetivo de conseguir um consenso sobre os estímulos para a economia global e uma reforma do sistema regulador.
Em sua primeira viagem pela Europa na chefia de Estado, Obama aproveitará também para se apresentar aos líderes das principais potências globais.
O presidente americano vai lançar mão de sua grande popularidade internacional para conseguir o que, a princípio, parece muito difícil: um acordo substancial que satisfaça a todos.
As autoridades econômicas americanas defendem a ideia de dar ênfase à adoção de planos de estímulo para impulsionar as economias, de modo similar ao que os EUA fizeram com um pacote de US$ 787 bilhões.
Já os europeus parecem mais inclinados a dar ênfase a uma reforma das regulações financeiras internacionais.
Washington, por sua vez, também terá que lançar uma mensagem convincente contra o protecionismo.
Na reunião de ministros da Economia do G20, no último dia 14, em Londres, os representantes dos membros optaram por procurar um mínimo denominador comum e, em seu comunicado final, se limitaram a ressaltar que concordavam com a necessidade de tomar providências.
Com isso, a cúpula em Londres acabará decidindo quais são as medidas e quais serão as prioridades.
Obama também negou que existam divergências entre EUA e Europa. O presidente americano garantiu que seu Governo está comprometido com a reforma do sistema regulador.
Alguns países europeus, como Alemanha e França, que já possuem uma alta proporção de dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), se mostraram relutantes em aumentar ainda mais os gastos.
Obama vem insistindo na necessidade de uma reforma do sistema financeiro, especialmente após o pagamento de bonificações de US$ 165 milhões a executivos da seguradora AIG, que precisará de grande ajuda de fundos públicos para sobreviver.
Por outro lado, o presidente americano se mostrou reticente quanto a uma reestruturação completa do sistema atual, similar à estabelecida durante a conferência de Bretton Woods, em 1948.
Antes de trabalhar por essa grande reestruturação, Obama prefere se concentrar em resolver a grave crise econômica que afeta seu país.
Na cúpula, o presidente dos EUA terá que adotar uma posição de liderança se quiser que o evento seja um sucesso. Caso contrário, seu prestígio no exterior será prejudicado, possivelmente dando início a um longo período de incerteza no mercado.
Obama também aproveitará a reunião para estabelecer seus primeiros contatos pessoais com os líderes das principais potências.
Na capital inglesa, o presidente americano deve se encontrar com nomes como o presidente russo, Dmitri Medvedev, e o líder chinês, Hu Jintao.
Além disso, vários dos líderes presentes em Londres voltarão a se encontrar nos dias 3 e 4 de abril, na cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em Estrasbrugo, na França.