O presidente americano, Barack Obama, propôs hoje Larry Palmer, membro de carreira do serviço diplomático dos Estados Unidos e diretor da Inter-American Foundation, como novo embaixador na Venezuela.
Obama avaliou a “valiosa contribuição” que Palmer fará a seu Governo à medida que trabalha “para fazer frente” aos “desafios no país e no estrangeiro”, indicou em comunicado.
Palmer, que substitui Patrick Duddy, foi embaixador dos Estados Unidos em Honduras e encarregado de negócios em Quito, Equador.
Como membro do serviço diplomático teve diferentes postos na República Dominicana, Uruguai, Paraguai, Coreia e Serra Leoa.
Também foi assistente do presidente da Universidade do Texas em El Paso.
Nascido na Geórgia, Palmer se formou na Universidade de Emory, na Southern University do Texas e fez doutorado em Educação Superior e Estudos Africanos na Universidade de Indiana.
Antes de ingressar no serviço diplomático, Palmer serviu como voluntário do Corpo de Paz na Libéria.
A nomeação ainda terá que receber o sinal verde do Senado em uma audiência de confirmação para a qual não há data.
O anúncio acontece no mesmo dia em que o secretário de Estado adjunto dos Estados Unidos para a América Latina, Arturo Valenzuela, assegurou que a relação com Caracas é “a mais difícil” que o país tem e que não há muita disposição por parte da Venezuela de dialogar com Washington.
“Para ser sincero, se trata provavelmente da relação mais difícil que temos neste momento em particular, porque não vemos muita disposição por seu lado de ter realmente este tipo de troca que nós consideramos importante e que tem que ser franca”, disse Valenzuela em Washington.