Obama partiu desde o aeroporto de Haneda, no sul de Tóquio, às 14h40 hora local (02h40 de Brasília) após haver mantido um encontro com o imperador japonês, Akihito, e sua esposa, Michiko, no Palácio Imperial.
Antes, o presidente americano ofereceu um discurso no auditório Suntory Hall de Tóquio no qual defendeu uma “cooperação pragmática” com a China e disse que o crescimento desse país não representa uma ameaça, mas uma oportunidade para os EUA.
Obama iniciou sua viagem asiática ontem, sexta-feira, em Tóquio, onde pouco após chegar se reuniu com o primeiro-ministro do Japão, Yukio Hatoyama, com o qual se comprometeu trabalhar para uma relação “renovada” entre ambos países.
Em Cingapura, além de participar da cúpula do Apec, está previsto que Obama mantenha uma série de encontros bilaterais e se reúna com os dez líderes da Associação de Países do Sudeste Asiático (Asean).
Será a primeira vez que um presidente dos Estados Unidos tome parte em uma cúpula com os países da Asean, onde estará presente o primeiro-ministro de Mianmar, Thein Sein.
Washington rejeitava até agora participar de atos onde estivessem presentes representantes da ditadura militar desse país, mas a nova política dos EUA optou por uma diplomacia de “distensão” para conseguir reformas democráticas no país asiático.