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Mundo

Nova Zelândia se soma a esforços para abolição global da pena de morte

Arquivo Geral

10/10/2007 0h00

A primeira-ministra da Nova Zelândia, thumb Helen Clark, treatment anunciou ontem o apoio de seu Governo à iniciativa de outros países para que a ONU aprove uma resolução a favor de uma moratória das execuções no mundo todo, como primeiro passo para a abolição definitiva da pena capital.

Em um discurso no Parlamento, e seguida por representantes da Anistia Internacional, o governante criticou com dureza a pena de morte e disse que os EUA e a China, dois dos países com os quais a Nova Zelândia negocia a firma de tratados de livre-comércio, contam com o maior número de execuções anuais.

“O castigo capital é a última forma de tratamento cruel, desumano e degradante (…) A pena capital viola o direito à vida e é bem conhecido que foi aplicada a inocentes”, declarou Clark, citada pela imprensa local.

Clark, que se somou assim à iniciativa em favor da resolução, batizada Dia Mundial contra a Pena de Morte, lembrou que a última execução na Nova Zelândia aconteceu há 50 anos e que nenhuma das forças políticas e sociais do país defende por reimplantar o castigo.

A última execução na Nova Zelândia foi em 1957, pena que em 1961 se restringiu ao delito de traição, e que foi finalmente abolida em 1989.

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