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Morre vencedor do Nobel de Medicina em 1959

Por Arquivo Geral 27/10/2007 12h00

O bioquímico americano Arthur Kornberg, erectile que dividiu o Prêmio Nobel de Medicina em 1959 com o espanhol Severo Ochoa por seu descobrimento da síntese do DNA, rx morreu, nesta sexta-feira, aos 89 anos, informou neste sábado a Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, na Califórnia.

Kornberg, que era um ativo professor emérito de bioquímica nessa instituição, morreu por problemas respiratórios no hospital da mesma universidade, revela o site do centro.

“Ele foi um dos mais distintos e notáveis cientistas da medicina americana”, assegurou Philip Pizzo, decano da faculdade de Medicina de Stanford, para quem “suas impressionantes contribuições continuaram praticamente até sua morte e seu legado permanecerá durante muitas, muitas gerações”.

Kornberg e Severo Ochoa receberam o Nobel de Medicina em outubro de 1959 por seus descobrimentos dos mecanismos da síntese biológica do ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA). Em 2006, seu filho Roger, que tinha 12 anos quando acompanhou seu pai à cerimônia do Nobel, também foi agraciado com o prêmio, em Química, em um caso inédito na história desta prestigiosa premiação.

Arthur Kornberg, que nasceu no Brooklyn, em Nova York, no dia 3 de março de 1918, formou-se nessa cidade e, em 1941, obteve o título de doutor em Medicina na Universidade de Rochester. Durante uma década, de 1942 a 1951, trabalhou no Instituto Nacional de Saúde, em Bathesda, Maryland.

Em 1946 trabalhou por oito meses no laboratório de Ochoa, na Universidade de Nova York, onde estudou a biossíntese da fixação de anidrido carbônico nos ácidos dicarboxílicos.

Em 1952 tornou-se professor e chefe do departamento de Microbiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Washington em Saint Louis (Missouri), e em 1959 foi para Stanford, como professor e chefe do departamento de Bioquímica, onde continuou seu trabalho de pesquisa até sua morte.


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