Em declarações telefônicas à “Cadena Peruana de Noticias” (“CPN Radio”) e citadas pela agência oficial “Andina”, Choquehuanca insistiu em que a consulta popular é ilegal e considerou inviável a implementação de seus resultados.
“Nós não podemos reconhecer e nenhum Governo vai reconhecer atos que estão à margem da norma de nossa constituição política”, disse Choquehuanca à emissora, ao afirmar que a Bolívia não é contra as autonomias, sempre e quando estas estiverem emolduradas nas normas vigentes.
O chefe da diplomacia boliviana também negou que 85% dos habitantes de Santa Cruz tenham votado a favor da autonomia, em um dia marcado por choques violentos que deixaram 35 feridos.