Menu
Mundo

Morales denuncia <i>golpe civil</i> na Bolívia promovido por opositores

Arquivo Geral

05/09/2008 0h00


O presidente boliviano, erectile Evo Morales, denunciou hoje que na Bolívia teve início <i>um golpe civil</i>, cujo <i>primeiro capítulo é a tomada de instituições públicas por parte de grupos de choque financiados pelas Prefeituras (Governos)</i> da oposição, informou a agência boliviana estatal <i>ABI</i>.

Morales, que voltará esta noite a La Paz após sua viagem à Líbia e ao Irã, pediu também a <i>unidade do povo e às Forças Armadas para defender a democracia boliviana</i>.

O chefe de Estado convocou em 28 de agosto, via decreto supremo, um referendo para submeter a consulta popular a nova Constituição, o que gerou uma nova tempestade política no país e aumentou os protestos das cinco regiões opositoras que incluíram a tentativa de tomada de instituições públicas.

Para Morales, estas ações são amparadas <i>só na ilegalidade</i> e são um <i>plano subversivo da direita</i> para criar as condições propicias para <i>derrubar</i> seu Governo.

O presidente boliviano disse ainda que as ações dos opositores autonomistas “reeditam” o golpe de Estado do ditador Luis García Meza em julho de 1980.

Nas cidades de Cobija (Pando) e Trinidad (Beni) jovens autonomistas e membros do comitê cívico tentaram tomar instituições públicas esta semana.

<i>É obrigação do Governo preservar o Estado de Direito e utilizar todos os instrumentos concedidos pela Carta Magna para garantir sua vigência</i>, disse Morales.

O presidente denunciou também que os setores conservadores, liderados pelos governadores regionais de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, <i>investem contra as Forças Armadas e a Polícia porque ambas as instituições se constituem em firmes bastiões do estado de direito</i>.

Morales ressaltou que o Governo <i>não tolerará esses fatos antidemocráticos que lastimam a democracia</i>.

    Você também pode gostar

    Morales denuncia <i>golpe civil</i> na Bolívia promovido por opositores

    Arquivo Geral

    04/09/2008 0h00

    O presidente boliviano, order Evo Morales, page denunciou hoje que na Bolívia teve início “um golpe civil”, cujo “primeiro capítulo é a tomada de instituições públicas por parte de grupos de choque financiados pelas Prefeituras (Governos)” da oposição, informou a agência boliviana estatal “ABI”.


    Morales, que voltará esta noite a La Paz após sua viagem à Líbia e ao Irã, pediu também a “unidade do povo e às Forças Armadas para defender a democracia boliviana”.


    O chefe de Estado convocou em 28 de agosto, via decreto supremo, um referendo para submeter a consulta popular a nova Constituição, o que gerou uma nova tempestade política no país e aumentou os protestos das cinco regiões opositoras que incluíram a tentativa de tomada de instituições públicas.


    Para Morales, estas ações são amparadas “só na ilegalidade” e são um “plano subversivo da direita” para criar as condições propicias para “derrubar” seu Governo.


    O presidente boliviano disse ainda que as ações dos opositores autonomistas “reeditam” o golpe de Estado do ditador Luis García Meza em julho de 1980.


    Nas cidades de Cobija (Pando) e Trinidad (Beni) jovens autonomistas e membros do comitê cívico tentaram tomar instituições públicas esta semana.


    “É obrigação do Governo preservar o Estado de Direito e utilizar todos os instrumentos concedidos pela Carta Magna para garantir sua vigência”, disse Morales.


    O presidente denunciou também que os setores conservadores, liderados pelos governadores regionais de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, “investem contra as Forças Armadas e a Polícia porque ambas as instituições se constituem em firmes bastiões do estado de direito”.


    Morales ressaltou que o Governo “não tolerará esses fatos antidemocráticos que lastimam a democracia”.


     

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado