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Monte Etna expele enorme nuvem de cinzas, rochas e gases

Um fluxo piroclástico – extremamente perigoso –  é produzido quando os vulcões expelem rochas vulcânicas, cinzas e gases quentes

Redação Jornal de Brasília

02/06/2025 13h58

Foto: GIUSEPPE DISTEFANO/AFP

Foto: GIUSEPPE DISTEFANO/AFP

O monte Etna, o vulcão ativo mais alto da Europa, expeliu nesta segunda-feira (2) uma enorme nuvem de cinzas e gás depois que uma parte de sua cratera despencou, reportaram as autoridades italianas.

Uma nuvem cinza se elevou sobre esse vulcão localizado na ilha da Sicília a partir das 11h24 locais (6h24 em Brasília), informou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV).

Imagens de câmeras de vigilância mostraram um fluxo piroclástico que provavelmente foi causado pelo “colapso de material do flanco norte da cratera sudeste” da montanha, disse o instituto.

Um fluxo piroclástico – extremamente perigoso –  é produzido quando os vulcões expelem rochas vulcânicas, cinzas e gases quentes.

A atividade explosiva “passou a ser uma fonte de lava”, disse o INGV. A coluna de cinza se dissipou à tarde, segundo mesma fonte.

O alerta vermelho inicial que INGV emitiu para as autoridades de aviação e que estimava a altura da nuvem vulcânica em 6,5 quilômetros, foi rebaixada para laranja.

O aeroporto de Catania, na ilha, seguiu operando normalmente.

O presidente da região da Sicília, Renato Schifani, disse que os especialistas lhe asseguraram que não havia “nenhum perigo para a população”, já que o fluxo não passou pelo Vale do Leão, uma área frequentada por turistas.

O chefe da unidade regional de proteção civil, Salvo Cocina, recomendou aos turistas que evitassem a região.

© Agence France-Presse

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