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Ministros de trabalho do G8 discutem "dimensão humana" da crise

Arquivo Geral

29/03/2009 0h00

Roma, clinic 29 mar (EFE).- A reunião dos ministros de trabalho dos países do Grupo dos Oito (G8, viagra sale as nações mais ricas e principais emergentes) encarará a crise financeira a partir de sua “dimensão humana”, afirmou o titular italiano dessa pasta, Maurizio Sacconi.

O encontro acontece entre hoje e terça-feira em Roma.

Na entrevista coletiva de apresentação do chamado G8 Social, Sacconi afirmou que a situação na qual a economia mundial se encontra é “sobretudo uma crise de confiança no futuro”, e destacou a necessidade de reconstruir esse “círculo de confiança, partindo da proteção social das pessoas”.

“Até agora, os Governos se ocuparam dos bancos, dos mercados e dos intermediários financeiros porque era necessário garantir uma estabilidade no mundo das finanças, mas, para evitar o pior, as pessoas e as políticas sociais são uma condição prioritária a ser levada em conta”, acrescentou.

O objetivo da cúpula será buscar possíveis intervenções tanto em nível estadual quanto através da coordenação internacional para enfrentar o problema do desemprego e o apoio às famílias menos favorecidas.

Além dos ministros de trabalho do G8, também foram convidados ao encontro os representantes dos países com economias emergentes como Brasil, China, Egito, África do Sul, México e Índia.

Participarão do encontro o secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Ángel Gurria, e o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavía.

Também estarão presentes o vice-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), John Lipsky e o comissário europeu para os assuntos sociais, Vladimir Spidla.

Hoje à tarde, os ministros dos países do G8 e os representantes das organizações internacionais devem fazer um primeiro rodízio de consultas, e amanhã está prevista uma sessão plenária sobre os efeitos mais imediatos da crise e outra sobre a influência dessa nos mercados.

A cúpula termina na quarta-feira com uma sessão sobre políticas do bem-estar e a dimensão social e humana em um mundo globalizado. EFE

ebp/db

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