O ministro de Defesa colombiano, there Juan Manuel Santos, descartou a hipótese de que o chefe militar das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) corra risco de morte nas florestas do sul do país, mas confirmou que ele está doente e cercado pelo Exército, segundo declarações divulgadas hoje.
O jornal americano “El Nuevo Herald” informou na sexta-feira que “Mono Jojoy”, apelido de Jorge Briceño Suárez, estaria à beira da morte em um acampamento clandestino da selva colombiana, devido a uma diabetes crônica tratada erroneamente.
“Tudo é certo, menos que esteja agonizando, nós da inteligência não temos informação disso. Sabemos que está doente, acabado, cercado, porque a pressão militar sobre ele é implacável, mas que esteja agonizando é uma informação que não temos”, disse.
A publicação informa que, “há dois anos”, o estado de saúde de Mono Jojoy é grave e piorou, e ele se encontraria atualmente em uma fase “terminal”.
“Está puro osso (…). Não tem comida nem remédios e seus subordinados precisam carregá-lo quando têm que trocá-lo de acampamento”, disseram as fontes ao jornal.