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Ministro atribui rumores sobre saúde de Chávez a campanha de Capriles

Arquivo Geral

22/02/2012 15h50

O ministro de Comunicação e Informação da Venezuela, Andrés Izarra, atribuiu nesta quarta-feira as versões sobre uma piora do estado de saúde do presidente Hugo Chávez à campanha de “construção” do candidato presidencial opositor Henrique Capriles.

 

Um dia depois que Chávez anunciou que deverá ser operado de “uma lesão” no mesmo local do corpo onde teve o tumor cancerígeno que retirou em junho, Izarra declarou que a única coisa que os rumores acertaram é a viagem que o governante fez no fim de semana a Cuba.

 

O titular de Comunicação indicou nesta quarta que “fora da Venezuela há uma operação midiática muito grande” contra o governo do país e disse que “assessores” da oposição dedicados a lançar rumores “estão há semanas, meses inventando todo tipo de coisas sobre Chávez”.

 

“Parte dessa operação procura desacreditar ou abalar a confiança, a fé, a lealdade que o presidente Chávez tem com seu povo”, acrescentou em declarações ao canal estatal “VTV”.

 

Nesta quarta, Capriles desejou ao líder uma “bem-sucedida operação” e “longa vida” em uma mensagem veiculada em seu perfil no Twitter.

 

Os rumores dos últimos dias indicavam que o presidente venezuelano, que busca a reeleição na votação de 7 de outubro, nas quais terá Capriles como rival, teve metástase identificada e que havia sido levado a Cuba para ser operado com urgência.

 

Chávez confirmou na terça que viajou para Cuba no fim de semana passado e que foi detectada uma “lesão” no mesmo local onde teve um tumor extraído em junho, que pode ser “maligna”.

 

Também disse que será novamente operado em Cuba, mas negou que haja metástase, o que foi ecoado por Izarra.

 

“Ele não estava em uma cama sendo operado, não foi identificada metástase no fígado, a família não estava viajando, nada disso ocorreu”, acrescentou o ministro.

 

Na última quinta-feira, o jornalista Merval Pereira, do jornal “O Globo”, afirmou que médicos brasileiros que não foram identificados analisaram os últimos exames feitos em Chávez e constataram que os tumores não pararam de avançar e que há metástase.

 

Após a divulgação dessas informações, na segunda-feira o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda indicou pelo Twitter e em seu blog que Chávez havia tido que viajar com urgência a Cuba devido a uma deterioração de seu estado de saúde.Ministro atribui rumores sobre saúde de Chávez a campanha de Capriles

Caracas, 22 fev (EFE).- O ministro de Comunicação e Informação da Venezuela, Andrés Izarra, atribuiu nesta quarta-feira as versões sobre uma piora do estado de saúde do presidente Hugo Chávez à campanha de “construção” do candidato presidencial opositor Henrique Capriles.

 

Um dia depois que Chávez anunciou que deverá ser operado de “uma lesão” no mesmo local do corpo onde teve o tumor cancerígeno que retirou em junho, Izarra declarou que a única coisa que os rumores acertaram é a viagem que o governante fez no fim de semana a Cuba.

 

O titular de Comunicação indicou nesta quarta que “fora da Venezuela há uma operação midiática muito grande” contra o governo do país e disse que “assessores” da oposição dedicados a lançar rumores “estão há semanas, meses inventando todo tipo de coisas sobre Chávez”.

 

“Parte dessa operação procura desacreditar ou abalar a confiança, a fé, a lealdade que o presidente Chávez tem com seu povo”, acrescentou em declarações ao canal estatal “VTV”.

 

Nesta quarta, Capriles desejou ao líder uma “bem-sucedida operação” e “longa vida” em uma mensagem veiculada em seu perfil no Twitter.

 

Os rumores dos últimos dias indicavam que o presidente venezuelano, que busca a reeleição na votação de 7 de outubro, nas quais terá Capriles como rival, teve metástase identificada e que havia sido levado a Cuba para ser operado com urgência.

 

Chávez confirmou na terça que viajou para Cuba no fim de semana passado e que foi detectada uma “lesão” no mesmo local onde teve um tumor extraído em junho, que pode ser “maligna”.

 

Também disse que será novamente operado em Cuba, mas negou que haja metástase, o que foi ecoado por Izarra.

 

“Ele não estava em uma cama sendo operado, não foi identificada metástase no fígado, a família não estava viajando, nada disso ocorreu”, acrescentou o ministro.

 

Na última quinta-feira, o jornalista Merval Pereira, do jornal “O Globo”, afirmou que médicos brasileiros que não foram identificados analisaram os últimos exames feitos em Chávez e constataram que os tumores não pararam de avançar e que há metástase.

 

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