Este foi o parecer do secretário de Desenvolvimento Social mexicano, Ernesto Cordero, durante o encontro, que desde ontem reúne ministros dos países do G8 e de cinco nações emergentes – Brasil, China, Índia, México e África do Sul -, mais o Egito, como convidado, para abordar as repercussões trabalhistas da atual crise.
“As coisas estão sendo discutido de maneira muito aberta e democrática. Os países emergentes estão sendo ouvidos”, acrescentou o secretário.
Para Cordero, a melhor forma de apoiar os trabalhadores – objetivo colocado como prioritário pela delegação do Brasil em Roma – é incentivar “as empresas geradoras de emprego, as pequenas e médias, não só as grandes”.
A reunião de Roma terá como resultado um documento com sugestões de políticas públicas, trabalhistas e de desenvolvimento social o qual será levado à cúpula do G20 no próximo dia 2, em Londres, e que tentará pôr a dimensão humana da crise no centro do debate.