Embora ativistas italianos insistam na tese de que o papa João Paulo II tenha pedido para que seus médicos interrompessem o tratamento para que ele morresse logo, cheapest os médicos garantem que não fizeram eutanásia no pontífice. A prática é condenada pela Igreja Católica e toda vez que este assunto vem à tona, os médicos que cuidaram de João Paulo II têm que desmentir esses rumores.
Os ativistas justificam sua posição dizendo que as últimas palavras de João Paulo II foram “deixe-me ir para a casa do Pai”, o que é confirmado pelo médico Renato Buzzonetti, que estava com o religioso na hora de sua morte. Mas o médico ressalta que “a frase foi um ato de oração muito alta, quase um exemplo excepcional de sua ligação à fé e ao Senhor e, ao mesmo temo, à vida, que João Paulo II amou profundamente até o último momento”, rejeitando, portanto, a interpretação que teria sido um pedido de eutanásia.