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Médicos dizem que legisladora Gabrielle Giffords permanece estável

Arquivo Geral

10/01/2011 17h15

A legisladora Gabrielle Giffords permanece estável, continua respondendo a comandos simples e não sofre inflamação adicional do cérebro, disseram nesta segunda-feira os médicos do hospital University Medical Center, em Tucson (Arizona).

“É bom que não haja mudanças”, explicou nesta segunda-feira em entrevista coletiva Michael Lemole, chefe da unidade de Neurocirugia do hospital, que também considerou positivo a inflamação do cérebro não ter aumentado.

Lemole explicou que a pior inflamação pode surgir a partir do terceiro dia e durar mais dez dias.

Gabrielle levou, no sábado, um tiro de curta distância na cabeça quando participava de um ato com eleitores em frente a um supermercado em Tucson. O acusado, um jovem de 22 anos, assassinou seis pessoas durante o tiroteio e feriu outras 14.

Michael Lemole disse que, a partir de amanhã, os médicos se sentirão mais aliviados se a inflamação não aumentar.

Apontou, além disso, que é muito cedo para saber se a deputada poderá voltar a falar, enquanto outro médico afirmou que o impacto poderia afetar sua visão.

O chefe da Unidade de Neurocirurgia mencionou, por outro lado, que o fato de Gabrielle responder a comandos básicos significa que as áreas do cérebro encarregadas de coordenar esses movimentos “não só funcionam, mas se comunicam entre si”.

Por outro lado, na noite de domingo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, entrou em contato com familiares de Christina-Taylor Green, de nove anos, e Gabe Zimmerman, assistente de Gabrielle, duas das seis vítimas fatais do tiroteio em Tucson.

Segundo a Casa Branca, Obama recebeu, nesta segunda-feira, duas atualizações de seu assessor para a luta contra o terrorismo, John Brennan, sobre o andamento das investigações do incidente.

O acusado, Jared Lee Loughner, de 22 anos, comparecerá nesta segunda-feira perante um juiz para uma audiência preliminar, na qual serão apresentadas formalmente uma série de acusações, entre elas o de assassinato de um funcionário federal e a tentativa de assassinato da deputada.

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