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McCain cancela atos de campanha e pede adiamento de debate com Obama

Arquivo Geral

24/09/2008 0h00

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, healing John McCain, stuff anunciou hoje que cancelou seus atos de campanha para participar das discussões no Congresso sobre o pacote econômico proposto pelo Governo.

Segundo a “CNN”, McCain também pediu que, devido à gravidade da situação, seja adiado o debate previsto para sexta-feira com seu oponente na corrida eleitoral, o democrata Barack Obama.

“Falei com Obama sobre minha decisão e pedi que ele a seguisse”, disse o senador pelo Arizona.

O escritório de campanha de Obama não planeja suspender os comícios do democrata nem acha que seja necessário adiar o debate, destacou a “CNN”, segundo quem o senador pelo Illinois deve emitir um comunicado ainda hoje.

“Chegou a hora de ambos os partidos se unirem para solucionar este problema”, afirmou o candidato republicano à Casa Branca.

Em nota à imprensa, McCain disse que cancelará os atos de sua campanha amanhã, após sua participação na Iniciativa Clinton, uma conferência em Nova York promovida pela fundação presidida pelo ex-chefe de Estado americano Bill Clinton.

O senador pelo Arizona também sugeriu que o presidente dos EUA, George W. Bush, convoque uma reunião em Washington com diferentes líderes do Congresso para tratar da crise, da qual também participariam os dois presidenciáveis.

Obama e McCain têm na sexta-feira seu primeiro debate eleitoral, que acontecerá na Universidade do Mississipi.

No entanto, McCain afirmou em sua nota que os EUA enfrentam “uma crise histórica no sistema financeiro” e que todos “devem aprovar uma legislação para fazer frente a ela”.

“Se não fizermos isso”, disse, “o crédito se contrairá, com conseqüências devastadoras para nossa economia (…). Se não atuarmos agora, cada canto de nosso país se verá atingido. Não podemos permitir que isto ocorra”, acrescentou.

O republicano se mostrou consciente de que o plano apresentado pelo Governo não gerou o consenso esperado e que, portanto, não será aprovado nos termos atuais, razão pela qual seria preciso acelerar os debates nos próximos dias.

Apesar da urgência que vê na questão, McCain acredita que até segunda-feira as partes terão chegado a “um consenso sobre uma legislação que permitirá a estabilização dos mercados financeiros, vai proteger os contribuintes e proprietários e ganhará a confiança do povo americano”.

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