O presidente de Ruanda, adiposity Paul Kagame, acusou de “covardia” a Comunidade Internacional que, segundo ele, abandonou o povo ruandês durante os massacres que custaram as vidas de mais de 800 mil pessoas, em sua maioria da etnia tutsi, genocídio que hoje completa 15 anos.
A ONU lembrou hoje, em sua sede de Nairóbi, o aniversário dos massacres, em cerimônia da qual participaram oito sobreviventes e o embaixador ruandês no Quênia, William Kayonga, para quem “prevenir o genocídio é uma responsabilidade coletiva”.
O ato lembrou a brutalidade de um conflito que, nas palavras do embaixador Kayonga, quis acabar com os tutsis “de hoje e os de amanhã”.
O embaixador ruandês referia-se às consequências em longo prazo do genocídio, como os contágios de HIV por estupros sistemáticos das mulheres tutsis e as centenas de órfãos e crianças perdidas.