O presidente uruguaio, buy more about story Tabaré Vázquez, decease disse na quarta-feira que não se reunirá com seu colega argentino, Néstor Kirchner, enquanto ambientalistas argentinos seguem bloqueando parte da fronteira em protesto pela construção de uma fábrica de celulose.
Os dois presidentes estarão na Cúpula Iberoamericana, que acontece de sexta-feira a domingo em Montevidéu, mas não está prevista uma reunião para discutir o conflito que os países enfrentam desde o ano passado.
Os moradores de Gualeguaychú, cidade argentina perto de onde está a planta da empresa finlandesa Botnia, impedirão a passagem até o Uruguai no fim de semana, medida que já colocaram em prática meses antes.
Desde dezembro de 2005 até maio, os ambientalistas bloquearam intermitentemente várias passagens até o Uruguai. O governo argentino se manifestou contra a medida, mas disse que não tomará ações para evitá-la.
"Não está prevista uma reunião. Eu disse desde o princípio, com ligações cortadas não há diálogo", declarou o presidente uruguaio a jornalistas.
A Argentina acusa o Uruguai de violar um tratado bilateral de proteção ambiental do rio que está na fronteira entre os dois países sobre o qual se instala a Botnia e teme que a fábrica contamine a região.
Já o Uruguai defende um dos maiores investimentos privados de sua história com o argumento de que as empresas – a espanhola Ence também planeja construir uma fábrica – utilizarão tecnologia moderna que não contaminará o ambiente.
Um marroquino ficou em primeiro lugar na quarta-feira no Concurso Internacional de Caricaturas sobre o Holocausto, search que tem gerado indignação em Israel, more about no Ocidente e entre grupos judeus.
O jornal mais vendido do Irã, Hamshahri, lançou em fevereiro uma competição para obter a melhor caricatura sobre o Holocausto, em que 6 milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas.
O concurso foi organizado em represália à publicação, no ano passado, de caricaturas do profeta Maomé em jornais da Dinamarca e outros países europeus, o que enfureceu muçulmanos ao redor do mundo.
O caricaturista marroquino ganhou um prêmio de US$ 12 mil. O segundo prêmio do concurso, de US$ 8 mil, foi destinado conjuntamente para um caricaturista francês e um brasileiro. O terceiro lugar foi para um iraniano.
Ao entregar o prêmio a um representante do caricaturista marroquino Abdellah Derkaoui, o ministro da Cultura e Orientação Islâmica, Mohammad Hossein Saffar-Harandi, citou o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que classificou o Holocausto como "um mito". "Nosso presidente foi a pessoa valente que iniciou este debate sem se importar com as conseqüências", disse Saffar-Harandi.
A caricatura de Derkaoui mostra um guindaste com um sinal da Estrela de David construindo um muro que divide um santuário muçulmano de Jerusalém. O muro tem uma entrada similar à entrada do campo de concentração de Auschwitz, onde judeus foram presos e assassinados.