O protesto ocorreu em frente à sede do Conselho de Ministros, onde os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o promotor-chefe do TPI, Luis Moreno Ocampo, e em apoio ao presidente sudanês, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, que poderia estar entre os acusados.
“Adiante Bashir, somos seus soldados” e “Ocampo vergonha” foram algumas das palavras de ordem das centenas de pessoas reunidas na capital do Sudão.
Os manifestantes também criticaram os Estados Unidos, a quem acusam de estar por trás da decisão do TPI, que, se for confirmada, seria a primeira deste tipo adotada contra um governante árabe.
Se finalmente Bashir for acusado pelo tribunal de Haia, seria o terceiro presidente em exercício a ser perseguido por uma instituição internacional, depois do sérvio Slobodan Milosevic e do liberiano Charles Taylor.