Mais de 90 mil colombianos solicitaram a devolução do dinheiro que entregaram em troca de cartões pré-pagos na comercializadora na qual o Executivo interveio há 12 dias, discount disseram hoje em Bogotá fontes governamentais.
As reivindicações foram formalizadas pelos investidores desde 20 de novembro, more about três dias depois que o Governo tomou posse da DMG, grupo de comercialização de produtos e serviços criado por David Múrcia Guzmán, já detido.
O grupo sofreu intervenção depois que o presidente Álvaro Uribe decretou o estado de emergência social para enfrentar a quebra de várias “pirâmides” (entidades ilegais de captação de dinheiro).
A empresa de Múrcia Guzmán, detido no Panamá e deportado para a Colômbia, entregava aos clientes cartões pré-pagos pelo valor que investiam, para que adquirissem bens ou serviços, e prometia a devolução de uma soma igual em determinado tempo.
A agente interventora do DMG, María Mercedes Perry, disse à imprensa que as solicitações de devolução foram recebidas nos centros urbanos do país nos quais operava essa empresa, que as autoridades judiciais acreditam que lavava dinheiro.
Perante a afluência de clientes, dos quais cerca de 18 mil são atendidos diariamente somente em Bogotá, o Governo ampliou por mais 12 dias o prazo, que expirava hoje, para receber os pedidos.
“O processo avançou positivamente e se continuará com o procedimento em nível nacional”, disse a interventora, que afirmou que os clientes obterão resposta para sua reivindicação em 20 dias.