Mais de 5.000 mortes atribuíveis ao calor foram registradas na Espanha entre 1º de junho e 31 de agosto, um recorde para o período desde que o Instituto de Saúde Carlos III começou a compilar os dados em 2015.
O instituto público, com sede em Madri, atribuiu ao calor 2.149 mortes em agosto, 2.025 em julho e 937 em junho, ou seja, 5.111 óbitos nos três meses, segundo dados consultados pela AFP.
As estimativas são baseadas em um sistema denominado MoMo (Monitorização da Mortalidade), que reúne diariamente o número de mortes na Espanha e calcula a diferença entre a mortalidade registrada e a mortalidade previsível com base nas séries históricas.
Também integra fatores como as temperaturas informadas pela Agência Estatal de Meteorologia (Aemet).
AFP