O presidente do Sudão, prescription advice Omar Hassan al-Bashir, healing disse hoje que não quer uma força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) em Darfur sob qualquer circunstância. "Nós não queremos a Organização das Nações Unidas de volta no Sudão não importa em quais condições", disse ele durante uma entrevista coletiva durante a cúpula do Movimento dos Países Não-Alinhados, em Cuba.
"Nós nos encontramos com (o secretário-geral da ONU) Kofi Annan e deixamos claro que rejeitamos a decisão do Conselho de Segurança", disse ele. A ONU propôs uma força de paz de mais de 20 mil homens e oficiais da polícia internacional para Darfur, que passou pelo mês mais sangrento em julho desde que o conflito começou.
Bashir disse que o Sudão consolidou ligações comerciais com o Paquistão, Índia, China e Malásia e estava em uma posição que garante sobreviver a qualquer sanção contra o país. Ele também elogiou Cuba por ter sobrevivido a mais de 40 anos de sanções impostas pelos Estados Unidos.
Líderes ocidentais, alguns presidentes africanos e grupos humanitários têm pressionado al-Bashir para aceitar a força de paz da ONU. O mandato para 7 mil soldados mal equipados da União Africana (UA) vence no dia 30 de setembro e o Sudão disse que eles só poderiam estender a missão no país se continuassem sob controle da UA.
Bashir tem resistido repetidamente à força de paz da ONU. O conflito de Darfur eclodiu em 2003 quando a maioria das tribos não-árabes tomou o controle de recursos minerais e de água, acusando o governo, de predominância árabe, de negligência.
O governo é acusado de armar uma milícia árabe, conhecida como Janjaweed, que manteve uma campanha de assassinatos, estupros, incêndios e saqu es que levou mais de 2 mil moradores das vilas para os campos miseráveis em Darfur e Chad.