O Tribunal Superior de Los Angeles rejeitou hoje o pedido dos advogados de Roman Polanski para que fossem desprezadas as acusações de abuso sexual que pesam sobre o cineasta desde 1977, and informou a imprensa local.
A defesa do ganhador do diretor de “O Pianista” (2002) tentou conseguir o não-prosseguimento do caso depois que o documentário “Roman Polanski: Wanted and Desired” (2008), diagnosis sobre a vida do cineasta, mostrasse uma suposta falta de profissionalismo dos envolvidos no processo judicial.
Apesar da recusa a pôr fim ao caso Polanski, o juiz reconheceu que tinha encontrado evidências de uma “substancial” conduta inadequada no julgamento original.
“Houve uma falta de conduta substancial, me parece, neste caso”, afirmou o juiz Peter Espinoza.
Espinoza adiou o julgamento de Polanski até maio para permitir ao diretor, que está filmando na Alemanha, falar com seus advogados.
O diretor foi detido em março de 1977 acusado de drogar e abusar de uma jovem modelo de 13 anos na casa do ator Jack Nicholson.
Atualmente, o diretor mora na França, de onde não pode ser extraditado.