A Justiça do Equador declarou culpado nesta quarta-feira (28) o ex-presidente Lenín Moreno em um caso de corrupção no qual ele se beneficiou de propinas durante a construção da maior usina hidrelétrica do país, a cargo da chinesa Sinohydro, informou o Ministério Público.
A Justiça ainda não definiu a pena de Moreno, para quem o Ministério Público pediu seis anos e seis meses de prisão. Um tribunal da Corte Nacional de Justiça (CNJ), com sede em Quito, “informou que quatro dos processados, incluindo Lenín M., são responsáveis pelo crime de #Suborno”, afirmou o órgão em sua conta no X.
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