Membros de clã nômade das montanhas de Sanaag, sickness onde as autoridades afirmam que estão retidos os jornalistas espanhol e britânico seqüestrados desde quarta-feira passada no norte da Somália, capsule disseram à Agência Efe que estão bem e são “bem tratados” pelos seqüestradores.
“Os dois estão em muito boas condições e os seqüestradores os levaram para outro esconderijo nestas mesmas montanhas”, ressaltaram à Efe os nômades, com os quais a Efe entrou em contato em uma visita a seu acampamento de Sanaag.
Enquanto isso, a Polícia continua os trabalhos de busca ao fotógrafo espanhol José Cendón e o jornalista britânico Colin Freeman nas montanhas.
Segundo estes nômades, o único problema na área é que “é uma zona muito rochosa e há pouca água clara”, mas, no mais, os jornalistas “são bem tratados” pelos seqüestradores, que os capturaram em 26 de novembro em Bossaso, a principal cidade de Puntlândia.
Cendón e Freeman estavam havia uma semana em Bossaso preparando uma reportagem para o jornal britânico “Daily Telegraph” sobre os piratas somalis, que têm seus refúgios em Puntlândia, em uma zona que dá acesso ao Mar Vermelho e ao Canal de Suez, e que são neste momento a maior ameaça para a navegação comercial no mundo.
Um porta-voz da Polícia disse hoje à Efe, em Bossaso, que continua a busca pelas montanhas de Sanaag, cerca de 20 quilômetros ao sudoeste dessa cidade, e que não têm novidades, mas esperam poder libertar os dois seqüestrados.
As autoridades de Bossaso disseram que Cendón e Freeman foram seqüestrados por seus tradutores somalis, em colaboração com um grupo armado não identificado da região, pouco antes de ir ao aeroporto desta capital para sair da região.