Mundo

Jornalistas romenos criticam lei que define conteúdo de noticiários

Por Arquivo Geral 26/06/2008 12h00

O Clube Romeno de Imprensa (CRP) protestou hoje contra uma lei aprovada pelo Senado que obriga as emissoras de televisão e rádio a incluírem em seus noticiários o mesmo número de notícias positivas e negativas.

Por isto, viagra o CRP insta o presidente romeno a não sancionar a lei por considerá-la anticonstitucional e antidemocrática.

O Conselho de Honra do CRP diz em comunicado divulgado hoje que o projeto legislativo tem caráter “profundamente autoritário”, site vai contra as normas européias, limita a liberdade de expressão e o direito à informação.

“Apenas nas sociedades autoritárias se apresenta um texto de lei para obrigar a louvar certos aspectos da sociedade”, diz o CRP, que afirma que informações de caráter negativo que sejam de interesse público correm o risco de não entrar em telejornais por causa do critério imposto.

O CRP critica também os conceitos confusos com os quais atuam os deputados, que não definem quais produtos jornalísticos são negativos e quais positivos.

“A lei tem todos os elementos necessários para ser catalogada sem erro como inconstitucional”, conclui o CRP.

A entidade solicita ao presidente romeno, Traian Basescu, que não promulgue esta lei antidemocrática criticada também pelo primeiro-ministro, Calin Popescu-Tariceanu.


 






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Jornalistas romenos criticam lei que define conteúdo de noticiários

Por Arquivo Geral 26/06/2008 12h00

A busca por uma solução diplomática para a crise de mísseis da Coréia do Norte ganhou impulso hoje, try this com a Coréia do Sul distanciando-se das medidas lideradas pelo Japão para obter na ONU sanções punitivas contra o país vizinho.

O líder da Coréia do Norte, website prescription Kim Jong-il, sickness disse que seu país não vai entrar em negociações com os Estados Unidos e que está pronto a responder a qualquer ataque com um golpe forte, de acordo com informe da agência de notícias sul-coreana Yonhap deste domingo.

A agência não informou quando Kim fez as declarações.

A Coréia do Sul questionou a utilidade de sanções da ONU, pedidas em resolução apresentada por Japão, com apoio dos EUA, Grã-Bretanha e França, como resposta aos testes de mísseis feitos por Pyongyang.

"Neste momento, não temos base clara para achar que estas sanções vão funcionar, ou prevenir a proliferação de mísseis, ou qualquer outro fator que desestabilize a região", disse Song Min-soon, assessor nacional de segurança.

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E diante da forte oposição da China e da Rússia, que têm poder de veto no Conselho de Segurança, o enviado dos EUA para a Coréia do Norte disse hoje que apóia a proposta de Pequim de entrar em debates para trazer o país comunista de volta às negociações.

O ministro do Exterior japonês, Taro Aso, manteve a posição firme neste domingo, dizendo que Tóquio não vai abrir mão da exigência de sanções.

"Para nós, somente uma resolução com valor obrigatório tem sentido", disse ele ao canal de televisão NHK.

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Mas o enviado dos EUA, Christopher Hill, disse a repórteres em Seul: "Minha missão aqui não é conseguir sanções. Minha missão aqui é garantir que todos falemos com uma só voz para lidar com esta ação provocativa real dos norte-coreanos".

Lee Jong-won, especialista em temas coreanos e professor de Ciência Política da Universidade Rikkyo, de Tóquio, disse não achar que os EUA deixaram o Japão sozinho, lembrando que Washington e Tóquio formaram uma aliança sólida em busca de uma linha dura contra a Coréia do Norte.

Hill, que partiu às pressas para a Ásia depois dos lançamentos de mísseis de quarta-feira, continuou: "O que (a Coréia do Norte) precisa é voltar às negociações e implementar o que já concordou, que é sair fora deste negócio nuclear sujo e assumir a tarefa de modernizar o país".

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A China propôs uma reunião informal dos seis países que debatem o progama nuclear da Coréia do Norte, que seria organizada na cidade de Shenyang, perto da fronteira com o país recluso. Hill manifestou apoio dos EUA à medida e disse esperar que o encontro seja organizado em breve. O grupo envolve China, EUA, Japão, Rússia e as duas Coréias, mas as negociações estão paradas desde o ano passado.

Uma autoridade dos EUA disse que a China quer reunir representantes dos seis países, mas que outras nações querem ir adiante com a reunião mesmo sem Pyongyang, que boicota o grupo.

"O que me impressiona, e espero que esteja impressionando a Coréia do Norte, é o fato de que todos reagiram com o mesmo sentimento de irritação e indignação com esta ação (de Pyongyang)", disse Hill. Sua primeira parada na viagem foi Pequim, e ele parte ainda hoje para Tóquio.

O enviado repetiu a posição de Washington de que pode haver um encontro bilateral com Pyongyang dentro do marco das negociações entre os seis países. Mas o presidente George W. Bush rejeita sentar-se com os norte-coreanos fora deste marco e insiste em uma resposta unificada da comunidade internacional aos testes com mísseis.

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A proposta revisada de resolução do Japão, que tem apoio dos EUA, da Grã-Bretanha e da França, afirma que nenhum país pode adquirir mísseis ou ítens relacionados a mísseis, materiais e tecnologia da Coréia do Norte, nem transferir recursos financeiros ao perigoso programa de armas do país comunista.

"Este teste de mísseis simplesmente não é aceitável", disse Song. Mas ele afirmou: "Em primeiro lugar, todos os países da região, incluindo EUA e Coréia do Sul, concordam em usar meios diplomáticos."

A Coréia do Sul disse que quer manter os encontros ministeriais com a Coréia do Norte na terça-feira, no que será o contato de mais alto nível com o vizinho desde o teste com mísseis.

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O julgamento de Saddam Hussein e outras sete pessoas acusadas de crimes contra a humanidade deve ser retomado amanhã. Na ocasião, this os advogados de defesa devem apresentar os argumentos finais, click três semanas após o assassinato de um dos advogados de defesa.

Mas autoridades da corte disseram que os advogados devem pedir ao juiz que adie o julgamento por alguns dias, alegando que o assassinato de Khamis al-Obaidi atrapalhou o trabalho da defesa.

Saddam, seu meio irmão Barzan al-Tikriti e outros ex-aliados do Partido Baath podem ser condenados à morte por enforcamento se forem julgados culpados pelo assassinato de 148 xiitas do vilarejo de Dujail, em 1982.

Em novo recuo sofrido pelo processo de julgamento, que é apoiado pelos Estados Unidos, homens armados mataram, no mês passado, Obaidi, importante advogado de Saddam. Ele foi o terceiro advogado da defesa assassinado desde o início do julgamento, em outubro do ano passado.

Os advogados de acusação exigem a pena de morte para Saddam e três de seus ex-assistentes pela participação nos assassinatos, tortura e execuções.

Saddam e seu ex-alto comandante do Exército irão a um outro julgamento, em 21 de agosto, devido a acusações de genocídio que causou a morte de dezenas de milhares de curdos em uma operação militar em 1988, que tinha o objetivo de expulsá-los de seus vilarejos.

Sete acusados, incluindo o primo de Saddam, Ali Hassan al-Majeed, ou "Ali Químico", serão julgados em agosto.

 

Os Estados Unidos acreditam ter os votos no Conselho de Segurança da ONU para impôr sanções contra o programa de mísseis da Coréia do Norte, medical disse hoje uma autoridade norte-americana.

"Achamos que temos os votos para aprovar", disse Nicolas Burns, subsecretário de Estado dos EUA, ao programa televisão Meet the Press, da NBC.

A Rússia e a China, que têm poder de veto no Conselho, são contra a proposta feita pelo Japão. Elas podem abster-se, permitindo a aprovação, mas até agora não anunciaram suas intenções. A votação pode acontecer já amanhã.

A China sugeriu um encontro informal dos seis países que debatem o programa nuclear de Pyongyang para iniciar os esforços de convencer a Coréia do Norte a desistir de seu programa de armas nucleares. A proposta tem apoio dos EUA.

Burns, que apareceu em diversos programas de entrevista na TV neste domingo, disse que a China está mandando uma delegação de alto nível a Pyongyang nesta noite. "É hora de a China exercer a influência que tem sobre a Coréia do Norte", disse ele no Fox News Sunday.

Burns disse que os EUA não têm garantias de que a China não usará seu poder de veto.

"Acho que ainda não ouvimos a última palavra da China. Não tenho certeza de que os chineses decidiram extamente o que vão fazer. Pode depender do que os chineses vão ouvir em Pyongyang da liderança norte-coreana", disse.

A crise surgiu depois que Coréia do Norte lançou sete mísseis em um teste na semana passada, apesar da pressão internacional contra medidas deste tipo.

A resolução da ONU, que tem apoio dos EUA, da Grã-Bretanha e da França, diz que nenhum país pode adquirir mísseis ou "itens relacionados, bens e tecnologia", da Coréia do Norte, nem transferir recursos financeiros para o perigoso programa de armas do país comunista isolado.

"Temos que encontrar os meios para evitar que a Coréia do Norte tenha recursos financeiros para comprar tecnologia de mísseis, ou tecnologia nuclear", disse o enviado dos EUA Christopher Hill à CNN em Seul. "Queremos realmente garantir que não deixaremos a Coréia do Norte receber tecnologia, nem negociar estes componentes."

Burns advertiu que a diplomacia pode levar tempo. "Às vezes, a diplomacia não tem sucesso em um ou dois dias, em uma semana ou dias. Às vezes pode levar meses, ou mesmo anos, para ter sucesso."

O líder da Coréia do Norte, Kim Jong-il, disse que seu país não vai entrar em negociações com os EUA e que Pyongyang está pronta a responder a qualquer ataque com força, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

 

O Irã afirmou hoje que o chefe de política externa da União Européa, information pills Javier Solana, não soube responder a todas as questões levantadas pelo Irã sobre a proposta apoiada pelas seis potências mundiais par a encerrar o impasse em torno do programa nuclear iraniano.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki, também afirmou que os países que formam o G8, que se encontram na Rússia em 15 de julho, não devem tomar decisões que possam prejudicar a atual atmosfera positiva que envolve os esforços para resolver a situação.

"Solana não conseguiu responder todas as questões sobre ambigüidades que nós vemos", disse Mottaki.

As seis potências mundiais ofereceram ao Irã um pacote de incentivos para que o país desista de enriquecer urânio, um processo que, segundo acredita o Ocidente, poderia ser utilizado para a fabricação de bombas atômicas. O Irã nega ter essa intenção. O país afirmou que o pacote contém "ambigüidades" que gostaria de esclarecer.

O Irã afirmou que irá dar uma resposta sobre a proposta no dia 22 de agosto. A UE têm dito que espera "uma resposta substancial" em encontro no dia 11 de julho entre Solana e Larijani, negociador-chefe da área nuclear do Irã, antes do encontro do G8.

 

Quatro meses depois da morte do ex-presidente da Iugoslávia Slobodan Milosevic, viagra approved seu aliado mais próximo, patient Milan Milutinovic, generic e outros cinco também acusados por crimes de guerra em Kosovo, em 1999, irão a julgamento em tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) amanhã.

Milutinovic, 63 anos, e os outros que serão julgados, são acusados por perseguição de albaneses em Kosovo, deportação forçada de cerca de 800 mil civis e assassinato de centenas de civis por forças sérvias.

Milutinovic sucedeu Milosevic, que morreu em uma prisão da ONU em 11 de março, como presidente da Sérvia em 1997.

Ele e o ex-vice-premiê Nikola Sainovic, o ex-chefe do Exército, o ministro da Defesa Dragoljub Ojdanic e o comandante do Exército Vladimir Lazarevic, retornaram da liberdade provisória para Haia na semana passada.

Os quatro são acusados, junto com o comandante Nebojsa Pavkovic e o chefe de segurança Sreten Lukic, também liberados por pagamento de fiança, e o ex-chefe de segurança pública Vlastimir Dordevic.

A acusação alega que Milutinovic tinha pelo menos o controle formal sobre as forças sérvias que mataram centenas de albaneses e forçaram centenas de milhares a deixarem suas casas.

Milutinovic nega ser culpado por crimes contra a humanidade, incluindo assassinato, deportação e perseguição, e uma acusação de crime de guerra. Ele afirma ter tido pouco poder real como presidente da Sérvia.

 

É improvável que partidos de esquerda da Holanda vençam a maioria nas eleições gerais de novembro, for sale apesar da liderança do partido dos Trabalhadores nas pesquisas de opinião, information pills informou hoje o instituto de pesquisas Maurice de Hond.

As eleições de 22 de novembro, inicialmente marcadas para maio de 2007, foram convocadas depois que a coalizão de centro-direita do primeiro-ministro, Jan Peter Balkenende, sofreu um colapso em torno da política de imigração, no mês passado.

Segundo De Hond, o partido dos Trabalhadores, os Socialistas e a Esquerda Verde juntos ficaram tão abaixo da maioria que uma vitória da esquerda é improvável.

Mas os democratas-cristãos, de Balkenende, e a coalizão com a qual o partido faz parceria, os liberais VVD, também não devem conseguir assentos suficientes para governarem juntos, segundo a pesquisa.

Essa situação pode fazer com que a eleição se transforme numa corrida entre Balkenende e o líder do partido dos Trabalhadores, Wouter Bos, afirmou De Hond.

A mais recente pesquisa do De Hond, divulgada hoje, coloca o partido dos Trabalhadores com 44 cadeiras no parlamento e os democratas-cristãos com 38. Maioria no parlamento holandês corresponde a 76 cadeiras.

Se os holandeses pudessem eleger um primeiro-ministro diretamente, tanto Balkenende como Bos conseguiriam 45% dos votos, segundo a pesquisa.

 

O diretor Marcelo Gomes, salve da empresa Alvarez&Marsal, recipe que faz a reestruturação financeira da Varig, afirmou hoje que a VarigLog tem condições de alterar a proposta de compra da companhia aérea para que a Justiça convoque o mais rápido possível a assembléia de credores para aprovar um novo leilão da empresa.

Em entrevista, ele disse que o relatório apresentado pela Deloitte, administradora judicial da Varig,  não se posiciona contra a proposta da VarigLog, ex-subsidiária da Varig, atualmente sob controle da Volo do Brasil. “O relatório da Deloitte foi apenas para informar que algumas coisas deveriam ser alteradas na proposta da VarigLog para enquadramento na lei. Não existe opinião contra. Existe opinião  para que seja enquadrada uma proposta dentro da lei”, analisou.

Gomes mantém a expectativa positiva em relação à realização de um novo leilão judicial. Um dos pontos questionados pela Deloitte na proposta  diz respeito ao preço mínimo sugerido para o leilão – de R$ 277 milhões. Destacou, porém, que sobre esse valor, que corresponde ao desembolso de dinheiro novo, têm que ser somadas duas coisas: “A VarigLog está assumindo o passivo referente ao programa de milhagem Smiles, estimado em aproximadamente R$ 70 milhões. Ela está assumindo também o passivo referente a transportes a executar, isto é, passagens que foram emitidas que a VarigLog vai honrar. Esse passivo está estimado em algo em torno de R$ 500 milhões”, disse o executivo. Os dados estão contidos no balanço da Varig.

Marcelo Gomes reiterou que esse passivo será assumido pela VarigLog. “Isso aí é um valor que se soma ao valor da companhia”. Incluindo o preço mínimo no leilão, o total atinge cerca de R$ 850 milhões. “Na hora em que você assume  o passivo, você vai ter que pagar. Eu tenho que honrar o transporte a executar, ou seja, a receita que não estou tendo no meu avião, porque  estou tendo que transportar passageiro que a  empresa antiga, ou seja, a Varig em recuperação, recebeu já o dinheiro desse cliente, mas ainda  não o transportou. Todo aquele  gasto com a passagem já entrou no caixa da Varig, mas quem vai honrar esse vôo é o comprador”, explicou.

Amanhã, estão agendadas reuniões da VarigLog com a Varig e com o juiz Luiz Roberto Ayoub, titular da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que preside o processo de recuperação judicial da companhia.

 

Estudo realizado pela Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas (Amae) indica que a redução à metade dos atuais 12 graus hierárquicos da Polícia Militar dos estados representaria um choque de agilidade para a corporação, web com benefícios para os governos e os policiais.

O presidente da Amae, tenente Melquisedec Nascimento, afirmou hoje que a sugestão para diminuir graus na hierarquia da PM não é novidade. Ele disse que, no caso da Bahia, por exemplo, não existe o grau de segundo tenente, vigorando apenas o de primeiro.

Já os principais estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, os policiais “são avessos à reforma por uma questão histórica, uma vez que a PM mantém os graus hierárquicos iguais aos do Exército”, explicou.

Nascimento afirmou, entretanto, que a redução dos graus hierárquicos apresenta como vantagens o fato de diminuir a burocracia e facilitar o reajuste salarial. “Então, quando você reduz os cargos, você enxuga a administração. Dá um choque de agilidade. O segundo ponto é que  facilita a obtenção de reajuste salarial. Com uma máquina enxuta, até a concessão de aumento salarialé facilitada”, esclareceu.

O militar observou, ainda, que a reforma sugerida pela Amae independe de revisão constitucional, na medida em que existe um instrumento legal – o decreto-lei 2.106, de 6 de fevereiro de 1984 – que  alterou o decreto-lei 667, de 2 de julho de 1969, que dá aos governadores essa prerrogativa.

“Os estados e o Distrito Federal poderão, se convier às respectivas Polícias Militares, suprimir na escala hierárquica um ou mais postos ou graduações das previstas neste artigo”, diz a lei no artigo 8.

 

O Clube Romeno de Imprensa (CRP) protestou hoje contra uma lei aprovada pelo Senado que obriga as emissoras de televisão e rádio a incluírem em seus noticiários o mesmo número de notícias positivas e negativas.

Por isto, prescription o CRP insta o presidente romeno a não sancionar a lei por considerá-la anticonstitucional e antidemocrática.

O Conselho de Honra do CRP diz em comunicado divulgado hoje que o projeto legislativo tem caráter “profundamente autoritário”, viagra 60mg vai contra as normas européias, information pills limita a liberdade de expressão e o direito à informação.

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O CRP critica também os conceitos confusos com os quais atuam os deputados, que não definem quais produtos jornalísticos são negativos e quais positivos.

“A lei tem todos os elementos necessários para ser catalogada sem erro como inconstitucional”, conclui o CRP.

A entidade solicita ao presidente romeno, Traian Basescu, que não promulgue esta lei antidemocrática criticada também pelo primeiro-ministro, Calin Popescu-Tariceanu.


 






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