Por enquanto não se sabe o motivo do crime, que se soma aos ocorridos em diversos estados do México durante os últimos anos, que vitimaram vários jornalistas mexicanos e estrangeiros. A morte de jornalistas no México levou a organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) a declarar este país o segundo mais perigoso para a imprensa, perdendo apenas para o Iraque.
No dia 31 de outubro, a RSF publicou uma carta dirigida ao promotor especial para os crimes contra jornalistas do México, Luis Martínez Fernández del Ocampo, na qual reconhecia avanços na defesa da liberdade de expressão.
No entanto, a carta assinalava que estas conquistas “não podem fazer com que se esqueça a escandalosa impunidade que cerca os assassinatos de 32 jornalistas e o desaparecimento de outros sete”, ocorridos desde 2000. Em muitos desses casos de mortes violentas as ações contra os comunicadores estão relacionadas com seu trabalho profissional, ligado ao narcotráfico e ao crime organizado.