Segundo a agência local de notícias “Kyodo”, as sanções adicionais exigem que o Governo do Japão seja informado quando sejam enviadas remessas de dinheiro para a Coreia do Norte a partir de 10 milhões de ienes (US$ 99.473), limite antes estabelecido em 30 milhões de ienes (US$ 298.478).
Além disso, as novas sanções preveem que os que viajarem para a Coreia do Norte a partir Japão devem informar as autoridades japonesas se levam mais de 300 mil ienes (US$ 2.985). Antes, isto era obrigatório apenas a partir de 1 milhão de ienes (US$ 9.953).
O Governo japonês também decidiu que prorrogará por um ano suas atuais sanções ao regime comunista, em lugar dos seis meses antes vigentes.
O Japão impôs sanções econômicas contra Coreia do Norte depois do teste nuclear realizado pelo regime comunista em outubro de 2006.
Essas sanções proíbem a importação de produtos norte-coreanos por parte do Japão, assim como as exportações de muitos produtos japoneses a Coreia do Norte e a entrada em águas territoriais japonesas dos navios de bandeira norte-coreana.
Também não é permitida a entrada no Japão dos cidadãos da Coreia do Norte, exceto os que já residem em terras japonesas, nem a exportação de bens de luxo ao regime comunista.
Apesar das medidas tomadas, o Governo japonês desprezou sua ideia inicial de impor um embargo total sobre as exportações para a Coreia do Norte, segundo a agência “Kyodo”.
As autoridades japonesas decidiram não seguir adiante com esta medida ao considerar que sua efetividade seria limitada, já que o valor das exportações para o regime comunista está na casa das centenas de milhões de ienes, de acordo com a mesma fonte.