O primeiro-ministro de Israel, order treat Ehud Olmert, pills que enfrenta uma reação por conta do tratamento dado em relação à guerra no Líbano, purchase falará ao Parlamento hoje para começar uma luta por sua sobrevivência política, horas depois que uma trégua negociada pela Organização das Nações Unidas (ONU) entrou em vigor.
Olmert é esperado para discursar em uma sessão especial do Knesset – o Parlamento israelense –, para explicar a aceitação da resolução do Conselho de Segurança da ONU pelo seu governo. A resolução determinou um cessar-fogo entre os guerrilheiros do Hezbollah e Israel, que entrou em vigor no início da madrugada de hoje (horário de Brasília).
Os parlamentares que não fazem parte da base de apoio ao governo de Olmert não vão deixar o premiê falar sem ser contestado.
Tanto os políticos de esquerda quanto os de direita devem confrontar Olmert, após terem concordado, nas últimas semanas, em relação às pesadas perdas israelenses e a preparação militar inadequada na ofensiva no Líbano, que já dura um mês.
Alguns críticos têm solicitado que Olmert convoque eleições antecipadas. As próximas votações no país não devem ocorrer antes de 2010.
Ministros tentaram recusar as solicitações para investigações oficiais das decisões políticas e militares de Israel durante a ofensiva – a mais mortífera do Estado judaico contra o Hezbollah desde que o país deixou o Líbano, em 2000.
"Não fracassamos nesta guerra", disse o ministro do Interior de Israel, Roni Bar-On, à rádio do Exército. "A capacidade de lançamento dos foguetes de longo alcance (do Hezbollah) foi reduzida a quase zero".
Exceto pelo contínuo conflito de Israel contra os palestinos, o embate no Líbano causou ao país mais perdas civis do que em qualquer outra guerra, desde os conflitos para a criação do Estado judaico, em 1948.
Cerca de 1,1 mil pessoas no Líbano, na maioria civis, e 156 israelenses, incluindo 116 soldados, foram mortos na guerra, que foi provocada depois que o Hezbollah capturou dois soldados israelenses em um ataque na fronteira, no dia 12 de julho.
O apoio ao desempenho de Olmert na guerra caiu de mais de 75%, no começo da ofensiva, para 48% no dia 11 de agosto, mostraram pesquisas de opinião da imprensa israelense.
Israel deu início hoje a negociações com representantes de uma força da Organização das Nações Unidas (ONU) para começar a criar as bases para a transferência do território libanês agora sob controle do Exército israelense, rx afirmaram autoridades.
Uma porta-voz do Exército afirmou que a reunião com a força da ONU, illness conhecida como Unifil, aconteceu na comunidade israelense costeira de Rosh Hanikra, na fronteira libanesa. "Abrimos a coordenação com fontes na Unifil para dar início ao processo de transferência (de controle) do território", afimrou o ministro da Defesa de Israel, Amir Peretz, a legisladores israelenses.
Israel prometeu não se retirar do sul do Líbano até que a Unifil comece a se organizar lá junto com o Exército Libanês. Uma porta-voz do Exército israelense afirmou que um batalhão deixou o Líbano depois que uma trégua promovida pela ONU entrou em efeito às 8h (2h, no horário de Brasília). Um batalhão israelense geralmente inclui de 800 a mil soldados.
A ajuda começou a chegar ao sul do Líbano hoje, medicine horas depois que um cessar-fogo negociado pela Organização das Nações Unidas (ONU) entrou em vigor, colocando fim ao conflito que já matou mais de 1.200 pessoas e provocou a remoção de quase 1 milhão de suas casas.
O Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (PMA) enviou 24 caminhões de comida, remédios e materiais de abrigo para o porto meridional de Tiro. Outros grupos de ajuda preparavam-se para ajudar dezenas de milhares de refugiados que devem dirigir-se para o sul nos próximos dias.
"Estamos com quase duas horas de cessar-fogo nesse momento. Não foram registrados incidentes, de maneira que estamos prudentemente otimistas", afirmou o porta-voz do programa Robin Lodge.
O Exército israelense informou que manterá a proibição de tráfego não autorizado ao sul do rio Litani, para impedir o movimento de homens armados do Hezbollah. O Exército advertiu que qualquer pessoa encontrada na rodovia pode ser atacada.
As Forças Armadas também afirmaram que não suspenderão o bloqueio aéreo e marítimo contra o Líbano, mas o PMA disse que o cessar-fogo permitirá que a ajuda poderá chegar por mar e por terra livremente agora.
"Com o cessar-fogo em vigor, não poderá mais haver áreas proibidas no Líbano", disse David Shearer, coordenador humanitário da ONU no Líbano.
O PMA disse que em breve enviará alimentos, materiais de abrigo e outros suprimentos para o sul por via marítima e estabelecerá uma base em Tiro, que foi isolada do norte há uma semana, quando Israel bombardeou a última grande ponte sobre o estreito e rochoso rio Litani.
Segundo o programa, soldados das forças de paz da ONU estão reconstruindo a passagem e forças de segurança libanesas estão limpando rodovias para trazer ajuda rapidamente para 100.000 pessoas que estão presas ao sul do rio.
A agência de socorro Mercy Corps disse estar preparando-se para enviar grande quantidade de alimentos, sacos de arroz, farinha e comida enlatada, para Nabatiyeh, ao norte do Litani, em antecipação a um grande fluxo de refugiados que devem voltar.
"Se eles realmente voltarem, precisarão de um aumento significativo nos estoques de alimentos", afirmou a responsável por informações da Mercy Corps, Cassandra Nelson.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) acredita que cerca de um terço dos 750.000 desabrigados que se abrigaram com famílias e em escolas e prédios públicos no norte do Líbano voltará em alguns dias, se o cessar-fogo se mantiver.
O ministro da Defesa de Israel, click Amir Peretz, unhealthy afirmou hoje que vai nomear uma equipe para conduzir uma investigação "ampla e radical" sobre a guerra no Líbano.
Paretez falou aos legisladores de seu Partido Trabalhaista, dosage de centro-esquerda, horas após entrar em vigor um cessar-fogo entre o Exército israelense e a guerrilha libanesa Hezbollah. O governo israelense tem enfrentado críticas por sua conduta na guerra.