O Ministério de Exteriores de Israel respondeu hoje a um relatório divulgado pela Anistia Internacional (AI) sobre a recente ofensiva militar israelense em Gaza, ed que chama de “versão tendenciosa dos eventos”.
Investigadores da AI visitaram Gaza e o sul de Israel durante o conflito, web que aconteceu entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, try e depois acharam provas de crimes de guerra e outras graves violações aos direitos humanos internacionais, afirma o relatório apresentado pela organização.
Sobre isso, o Ministério de Assuntos Exteriores israelense afirma que “uma investigação inicial sobre o relatório indica que apresenta uma versão tendenciosa dos eventos, e não adere aos critérios profissionais e à objetividade”.
E, antes de dar uma resposta mais detalhada sobre esse estudo preliminar, o ministério destaca que a AI em seu relatório “ignora o fato básico de que o Hamas é uma organização terrorista, reconhecida como tal pela União Europeia, Estados Unidos e outros países”.
“A organização constantemente rejeitou reconhecer Israel, rejeita qualquer oportunidade de paz e abertamente aspira destruir” o país, afirmou o ministério.
Além disso, Israel destaca que a ONG, com sede em Londres “não menciona o emprego deliberado, por parte do Hamas, de civis como escudos humanos”.
Diante das acusações de que o Exército israelense teria empregado munição proibida, a Chancelaria afirma que “o armamento usado pelas Forças Armadas de Israel se advêm tanto à legislação internacional assim como o uso que outros Exércitos ocidentais dão”.
Israel esclarece que seu Exército não ataca civis de forma proposital e que as testemunhas que conversaram com a AI “são partes interessadas sob pressão do movimento islâmico Hamas, como documentaram veículos de comunicação independentes internacionais”.
O estudo menciona que o relatório da Anistia se dedica exclusivamente a censurar Israel, enquanto “a comunidade internacional aceitou o fato de que o Hamas foi o único responsável do confronto militar”.