“Nosso objetivo é melhorar a qualidade das centrífugas, assim como suas prestações, é mais importante que o número” que tivermos, explicou o responsável, citado pela agência de notícias local Fars.
Segundo fontes iranianas, o regime de Teerã tem instaladas mais de 7 mil centrífugas em Natanz, e outras 25 mil estão em fase prévia de montagem.
Além disso, há um projeto para produzir outras 52 mil máquinas deste tipo, com tecnologia nacional.
“O Irã não é obrigado a utilizar as atuais centrífugas e está determinado a melhorá-las”, acrescentou Baqeri.
O anúncio ocorre poucos dias depois de o Governo do Irã revelar que pretende construir outras dez usinas de enriquecimento de urânio, em resposta à mais recente resolução de condenação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) contra o programa nuclear iraniano.
Vinte e cinco dos 36 países que formam o Conselho de Governadores da AIEA aprovaram um documento que critica o regime iraniano pela falta de transparência de seu programa nuclear e por ter iniciado sem aviso prévio a construção de uma nova unidade de enriquecimento de urânio.
Em resposta, o Parlamento iraniano pediu no domingo que o Governo apresentasse um plano urgente para reduzir o nível de cooperação com a referida agência, subordinada às Nações Unidas.