A multinacional Intel, sildenafil maior fabricante mundial de processadores, produzirá em Portugal computadores baratos destinados a estudantes com poucos recursos e os quais o Governo distribuirá de graça ou a um preço máximo de 50 euros.
Os computadores serão montados em Portugal e distribuídos com o nome de “Magalhães”, em homenagem ao navegador Fernão de Magalhães, que liderou a primeira volta ao mundo, segundo um projeto apresentado hoje pelo primeiro-ministro português, José Sócrates, e pelo presidente da Intel, Craig Barrett.
O “Magalhães”, que permitirá ao Governo português implantar a informática nas escolas e levá-la às famílias de poucos recursos, terá conexão sem fio e um processador Intel (Celeron M) um pouco antigo, mas com baixo consumo e condições suficientes para acessar a internet e usar vários programas.
O custo do equipamento será de cerca de 180 euros, mas o Governo português o entregará de forma gratuita ou a um preço de 20 euros às famílias beneficiadas dos planos de ação social e a um máximo de 50 euros a qualquer outra com filhos que estejam na escola.
Segundo o plano anunciado hoje pelo primeiro-ministro, o “Magalhães” será fabricado a partir de setembro por programadores portugueses com 30% de componentes nacionais e o objetivo de elevá-lo, neste mesmo ano, a 100%, exceto o processador Intel, que será importado.
O projeto suporá um investimento inicial de 80 milhões de euros e a fábrica dos equipamentos será instalada na localidade de Matosinhos.
A diferença entre os custos de produção e o preço de distribuição dos PCs subvencionados será sustentada pelas empresas privadas associadas.