A secretária de Estado americana, treat Hillary Clinton, viagra 100mg pediu hoje à Coreia do Norte que ponha fim às provocações e advertiu que caso continue com sua postura de insultos e de rechaço ao dialogo com Seul, sickness não haverá uma “relação diferente” com os Estados Unidos.
“Pedimos ao Governo da Coreia do Norte que abandone as provocações verbais e pare de ser de pouca ajuda porque isso não é frutífero”, afirmou Hillary durante sua visita à Coreia do Sul, terceira parada de sua viagem asiática.
Hillary, que fez essas declarações depois de se reunir com o chanceler sul-coreano, Yu Myung-hwan, pediu também ao regime comunista que respeite todos os compromissos firmados em 2006 com seu vizinho do sul e que empreenda uma desnuclearização “completa e verificável”.
Perante rumores de que o país comunista estaria se preparando para lançar um míssil de longo alcance, Hillary lembrou que o ato seria uma violação da Resolução 1718, adotada no Conselho de Segurança da ONU.
“Pedimos à Coreia do Norte que suspenda todas as suas atividades relacionadas com mísseis balísticos”, apontou a chefe da diplomacia do Governo Barack Obama.
A ex-primeira-dama destacou, assim, a importância de que a Coreia do Norte se torne uma “parte construtiva da comunidade internacional” e volte à mesa de negociações com Coreia do Sul, EUA, Japão, China e Rússia.
Em coletiva de imprensa conjunta com o chanceler local, Hillary anunciou também a nomeação de Stephen Bosworth, ex-embaixador americano em Seul, como novo representante dos EUA nas negociações destinadas a buscar uma saída pacífica ao conflito nuclear norte-coreano.
Os dois diplomatas concordaram também sobre a necessidade da coordenação dos dois países para combater a crise global, assim como a importância de cooperar para a mudança climática e a reconstrução do Afeganistão.
A secretária de Estado se reunirá com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, e posteriormente com o primeiro-ministro, Han Seung-soo, que foi embaixador da Coreia do Sul em Washington durante o Governo Bill Clinton.
Hillary deve deixar a capital sul-coreana ainda hoje rumo à China, última etapa de uma viagem pela Ásia que já a levou também a Japão e Indonésia.