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Mundo

Hezbollah diz que desarmamento está fora de questão

Arquivo Geral

16/08/2006 0h00

Em Dubai, viagra decease nos Emirados Árabes Unidos, healing o Departamento de Táxis vai oferecer uma nova frota de táxis voltados para mulheres. Essa nova frota será toda na cor rosa, visit this site inclusive no interior, e se posicionará em lugares mais freqüentados pelas mulheres. Os carros poderão ser utilizados apenas por elas.

Diretor do Departamento de Táxis de Dubai, Ammar bin Tamim, afirmou ao jornal local Gulf News, que em poucos meses haverá 50 táxis destes nas ruas. Segundo ele, os veículos ficarão em lugares como shoppings e maternidades.

Um dos sete reinos dos Emirados Árabes Unidos, Dubai, nos últimos anos, se transformou em uma grande região de comércio e turismo, que abriga sedes da maioria das companhias internacionais.

 

 

O julgamento aconteceu ontem e, for sale desde então, ailment o jornalista está em local desconhecido, approved disseram os diretores do "The Straits Times", jornal de Cingapura para o qual ele trabalhava.

Mary Lau, mulher de Ching, que em Hong Kong lidera os protestos contra a detenção de seu marido, afirmou que confia em sua "pronta libertação". Na ex-colônia britânica, hoje região administrativa especial chinesa, a Associação de Jornalistas reuniu cerca de 100 pessoas que exigiram numa vigília um julgamento "justo e aberto" para Ching.

O repórter foi detido em abril de 2005 na cidade de Cantão, onde pretendia obter fitas gravadas pelo ex-líder comunista Zhao Ziyang, expurgado após ficar ao lado dos estudantes no massacre de Praça da Paz Celestial em 1989.

Ching passou dois meses desaparecido, até a agência oficial "Xinhua" publicar que ele tinha confessado ter criado canais de comunicação para o serviço secreto de Taiwan, ao qual supostamente tinha vendido segredos de Estado.

O repórter pode ser condenado a penas de cinco a oito anos de prisão, comentou Ong Yew-Kim, analista legal da Universidade de Hong Kong. Na sua opinião, as autoridades devem ter evidências suficientes, depois de mais de um ano de pesquisas.

É o segundo repórter de um órgão estrangeiro detido na China nos últimos tempos. Zhao Yan, colaborador do "The New York Times" em Pequim, foi também detido por "revelar segredos de Estado" após conseguir a notícia exclusiva da aposentadoria do ex-presidente da China Jiang Zemin. Zhao foi julgado em junho mas continua aguardando uma sentença.

A guerrilha Hezbollah afirmou hoje que a proposta de desarmar seus combatentes não está na mesa de negociações, medicine ainda mais neste momento, sick quando os soldados israelenses continuam ocupando o sul do Líbano.

O xeique Nabil Kaouk, pilule principal autoridade do grupo na região, repetiu que o Hezbollah, antes da chegada, nos próximos dias ou semanas, de soldados libaneses e de integrantes de uma força de paz, tem o direito de enfrentar os militares de Israel ainda presentes no Líbano.

"Hoje, a questão sobre a deposição das armas pelo Hezbollah não está sobre a mesa (de negociações). Há prioridades e obrigações que o Estado precisa atender antes disso", afirmou Kaouk a repórteres, na cidade portuária de Tiro (sul). "A presença dos tanques israelenses no sul é uma agressão e a resistência reserva-se o direito de enfrentar tal agressão se ela continuar", afirmou.

O grupo xiita levantou dúvidas sobre a capacidade do Exército libanês de defender o país contra Israel, afirmando que seus guerrilheiros estão mais bem preparados para enfrentar qualquer agressão. Uma trégua patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) entrou em vigor na segunda-feira, colocando fim aos 34 dias de conflito entre o Estado judaico e o grupo apoiado pelo Irã.

Durante os embates, mais de 1.100 pessoas no Líbano, a maior parte delas civis, e 157 israelenses foram mortos. A guerra começou depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados de Israel em uma operação realizada no dia 12 de julho, a partir do território libanês. Segundo Kaouk, o grupo via com bons olhos o envio de soldados do Líbano para a área localizada ao sul do rio Litani. O xeique defendeu, porém, que o Hezbollah mantivesse uma presença armada ostensiva na área de fronteira.

Os soldados de Israel começ aram com os preparativos para dar lugar à força de paz da ONU, que deve ajudar o Exército do Líbano a impor a trégua. No entanto, o comandante das Forças Armadas do Estado judaico, Dan Halutz, afirmou hoje que seus soldados poderiam continuar no Líbano durante meses se esse for o pra zo necessário para a ONU enviar à região um grande número de militares.

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