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Hamas exige que Israel encerre ofensiva em Gaza

Por Arquivo Geral 30/06/2006 12h00

Confira a lista de aprovados na segunda fase do Conselho Federal de Contabilidade para a o cargo de jornalista.

Alexandre Gomes Sena
Breno Rodrigues Lobato
Cíntia Caldas Barcelar de Lima
Daniela Lourenço de Castro Serra
Ellis Regina Araújo da Silva
Fagner Fagundes dos Santos
Fernanda Andrade Irineu de Souza
Fernanda Elias Rubinger
Geysa Costa Pinto
Gustavo de Souza Machado Igreja
João Ribeiro de Almeida Neto
Juliana Jacinto Caldas
Luciana Azevedo Gonçalves
Ludmila Machado
Mariana Zanatta Silva
Maristela Cristina Girotto
Mônica Mandelli Bisi Alvares
Nádia de Oliveira Lopes
Raquel de Melo Teixeira
Robson Borges Dias
Viviane Espírito Santo Barbosa Nunes 

 

Clique aqui para conferir as notas individuais dos candidatos

 

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Hoje é o último dia para jovens de 15 a 24 anos, sales de todas as regiões do País, dosage se inscreverem no projeto Atitude e Saúde (curso de formação em políticas de saúde para jovem). O curso é gratuito e as inscrições são realizadas apenas pela internet no endereço www.faroseduc.com.br/saude.

Potencializar as habilidades criativas dos jovens para que eles possam criar e acompanhar projetos ligados à mobilização e ao desenvolvimento da cidadania e desenvolver a capacidade de liderança, buy são alguns dos objetivos do curso.

O Atitude e Saúde terá início em 17 de julho e terminará em 17 de novembro deste ano. O curso é uma promoção da Área de Saúde do Adolescente e do Jovem, do Ministério da Saúde.

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Mais informações no Núcleo de Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde, pelos telefones 3403-2696 e 3403-2483.

 

O primeiro-ministro palestino, troche Ismail Haniyeh, and exigiu hoje que Israel interrompa a ofensiva em Gaza se quiser a libertação do soldado israelense seqüestrado, e afirmou que o governo liderado pelo grupo militante Hamas vai resistir às investidas.

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Aviões israelenses bombardearam Gaza, incendiando os gabinetes do Ministério do Interior, no terceiro dia da operação militar que visa a pressionar os palestinos a devolver o soldado de 19 anos capturado no domingo.

A crise agravou as relações entre israelenses e palestinos e colocou ainda mais pressão sobre o governo islamita do Hamas, que está sendo isolado internacionalmente desde que venceu as eleições de janeiro, porque o grupo se recusa a renunciar à violência e a abrir mão do juramento de destruir Israel.

Falando em público pela primeira vez desde o sequestro do cabo Gilad Shalit, o premiê Haniyeh disse, durante orações numa mesquita de Gaza, que o Hamas vai resistir às ofensivas e às prisões de seus líderes.

"A agressão tem de parar para que a situação não fique mais complicada", disse ele, acrescentando que está trabalhando junto com mediadores egípcios e com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, para tentar pôr fim à crise.

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Ministros do Hamas estão escondidos, por causa das ameaças de assassinato feitas por Israel. O braço armado do Hamas está entre os grupos que capturaram Shalit, embora o governo afirme que não tivesse conhecimento prévio da operação em que o soldado foi seqüestrado e outros dois soldados israelenses foram mortos.

O presidente egípcio, Hosni Mubarak, disse numa entrevista a um jornal que o Hamas havia aprovado a libertação de Shalit sob determinadas condições, mas não esclareceu quais.

Israel já rejeitou a exigência feita pelos militantes para a libertação de prisioneiros palestinos em troca de informações sobre Shalit. Não foi apresentada nenhuma prova de vida.

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"Não se iludam, não vamos negociar a libertação de nosso soldado", disse o ministro Meir Sheetrit. Mas, em parte devido à pressão diplomática, Israel recuou e não invadiu o norte de Gaza. A Casa Branca disse que há motivos de esperanças.

"Estamos animados pelo fato de os israelenses estarem se contendo em Gaza e de o Hamas estar falando abertamente em repatriar o soldado", disse o porta-voz Tony Snow.

Durante a noite, aeronaves israelenses atingiram cerca de 20 alvos na Faixa de Gaza, território desocupado por Israel no ano passado, após 38 anos. Entre os prédios atingidos estava o gabinete do ministro do Interior, um edifício usado por militantes das Brigadas Al-Aqsa, estradas e áreas usadas como base para o lançamento de foguetes contra o território israelense.

Um militante da Jihad Islâmica foi morto, e outro ficou ferido em dois ataques isolados. Os soldados também mataram dois homens num confronto na Cisjordânia.

Um dia depois de prender dezenas de integrantes do gabinete do governo do Hamas, Israel revogou a permissão de residência em Jerusalém de quatro parlamentares ligados ao grupo.

O Conselho de Segurança discutiria o assunto na tarde de hoje, a pedido dos países árabes.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha pediu hoje que Israel permita a entrada de suprimentos médicos em Gaza.

 






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