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Mundo

Guerra do Iraque foi mais longa e cara que o esperado, admite Bush

Arquivo Geral

05/12/2008 0h00

O presidente dos Estados Unidos, sickness George W. Bush, admitiu hoje que a Guerra do Iraque foi mais longa e cara que o esperado, em discurso que pronunciará ainda nesta sexta-feira e cujo texto foi divulgado pela Casa Branca.


No discurso no Centro Saban para Políticas sobre o Oriente Médio do Instituto Brookings, Bush defenderá, no entanto, a decisão de ir à guerra, ao afirmar que, embora a crença de que Saddam Hussein tivesse armas de destruição em massa tenha sido errada, não era possível tolerar “um inimigo jurado que agia de modo beligerante e que apoiava o terrorismo”.


No ato, que começa às 17h (20h de Brasília), o ainda presidente americano pretende dar uma visão panorâmica de sua política no Oriente Médio durante seu mandato, que, segundo ele, buscou defender a democracia e a liberdade.


Bush, que deixará o poder em 20 de janeiro, afirma que vê progressos nas negociações para chegar a um acordo entre israelenses e palestinos, e diz que os EUA “não tolerarão que o Irã desenvolva armamento atômico”.


“Nem todas as decisões que tomamos foram populares, mas a popularidade nunca foi nosso objetivo”, sustenta o chefe de Estado.


Fora isso, Bush reconhece que seus esforços “nem sempre saíram segundo o planejado” e em algumas áreas ficaram a quem do esperado.


“A luta no Iraque foi mais longa e mais custosa do que esperávamos”, afirma.


Na nota divulgada pela Casa Branca, o presidente enumera, além disso, o que considera as conquistas de sua política em seu mandato, entre elas a renúncia da Líbia a continuar seu programa de armamento de destruição em massa, a pressão internacional contra as atividades atômicas iranianas e o fracasso da rede Al Qaeda em controlar países.


 

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