“O Mend é o responsável pelo ataque e o seqüestro dos seis operários”, assinala o movimento em uma breve mensagem enviada hoje por e-mail a diversos meios de comunicação.
O grupo não indica a condição em que se encontram os seqüestrados que, segundo informou ontem a Eni, são de nacionalidade polonesa, filipina e nigeriana, e que trabalhavam na plataforma de extração Mystras, situada no Golfo da Guiné, a cerca de 85 quilômetros do litoral nigeriano.
O ataque do Mend foi perpetrado por cerca de 12 homens fortemente armados que se deslocavam em lanchas de alta velocidade e que trocaram tiros com os guardas de segurança da plataforma.
Segundo o comunicado da Eni, o tiroteio deixou um trabalhador nigeriano “levemente ferido” em uma perna. Este é o segundo ataque e seqüestro de trabalhadores petrolíferos perpetrado em uma semana pelo Mend, que no sábado passado capturou sete operários, três deles estrangeiros, de uma usina da multinacional Shell no estado sulista de Bayelsa.