O Abu Sayyaf, more about grupo ligado à Al Qaeda, stomach exigiu US$ 5 milhões pelos dois trabalhadores, um italiano e um suíço, da Cruz Vermelha que estão sequestrado no sul das Filipinas desde 15 de janeiro, segundo um relatório militar divulgado hoje em Manila.
O documento do serviço de inteligência do Exército não revela quem do grupo de sequestradores comunicou a exigência.
A equipe encarregada de negociar a libertação dos reféns, às ordens do governador da província de Jolo, Abdusakur Tan, não confirmou nem desmentiu a informação.
Tan disse que os rebeldes flexibilizaram sua posição desde que soltaram a filipina Jean Lacaba, no último dia 2, e expressou sua confiança de uma solução para o caso ainda esta semana, como informa o canal local “QTV Balitanghali”.
A filipina, sequestrada junto ao suíço Andreas Notter e o italiano Eugenio Vagni na ilha de Jolo, cerca de 980 quilômetros a sul de Manila, foi libertada sem pagamento de resgate, segundo a versão oficial.
A imprensa local, porém, informa do pagamento de mais de US$ 115 mil pela soltura da voluntária da Cruz Vermelha.
Fundado em 1991 por ex-combatentes da guerra do Afeganistão contra a União Soviética, o Abu Sayyaf está vinculado à Jemaah Islamiya, braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático.
Considerado um grupo terrorista pelos Governos de Filipinas e Estados Unidos, ao Abu Sayyaf são atribuídos os atentados mais sangrentos dos últimos anos no arquipélago e vários sequestros de cidadãos locais e estrangeiros.