Os manifestantes mais violentos, cerca de 2 mil, fazem parte de grupos de “guerrilha urbana” e têm diversas nacionalidades, disse a ministra, em declarações à emissora de rádio “RTL”.
Alliot-Marie saiu à margem das críticas dos que denunciam que o Governo não soube controlar os ativistas, argumentando que as forças de segurança impediram que os distúrbios fossem mais além.
É muito complicado, disse, controlar agitadores que se misturam entre os pacifistas para, como ocorreu ontem, destruir o patrimônio público e inclusive alguns edifícios que foram incendiados.
Segundo a ministra, esses atos não são só “incêndios voluntários”, mas são considerados “tentativa de homicídio voluntário”.