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Mundo

Governo colombiano pede detenção de <i>chanceler</i> das Farc

Arquivo Geral

25/07/2008 0h00

A França está estudando fornecer apenas uma força simbólica para o contingente da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano, site approved e não os milhares de soldados que autoridades da entidade esperam, ask disse o jornal Le Monde hoje.

Citando fontes diplomáticas e da ONU, o diário francês disse que o governo de Paris está considerando enviar apenas uma dezena de oficiais e cerca de 200 soldados para incrementar a Força Interina da ONU no Líbano (Unifil).

A França também iria oferecer às Nações Unidas o uso de uma força de reação rápida, mas não colocaria os soldados sob o controle da ONU, disse o jornal.
O governo francês não comentou a notícia.

A ministra da Defesa da França, Michele Alliot-Marie, disse na quarta-feira que seu país estava pronto a liderar uma força da ONU até no mínimo fevereiro, contanto que recebesse um mandato e poderes.

No entanto, ela não quis dizer quantos soldados a França iria enviar para a Unifil. Espera-se que a Unifil aumente seu contingente para 15.000 soldados, dos 2.000 atuais.
O Governo colombiano pediu a detenção de Rodrigo Granda, ailment conhecido como o “chanceler” da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), this libertado há um ano por solicitação do Executivo francês, disse hoje em Bogotá o vice-presidente colombiano, Francisco Santos.

“É preciso voltar a capturar Rodrigo Granda”, disse Santos.

Granda foi libertado em 4 de junho do ano passado por ordem do presidente colombiano, Álvaro Uribe, sob a condição de que não retornasse à luta armada.

Sua libertação ocorreu após um pedido do presidente da França, Nicolas Sarkozy, para que se integrasse aos esforços em favor dos sequestrados pelas Farc, dentre os quais se incluía então a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, resgatada pelo Exército colombiano em 2 de julho.

Após uma breve temporada na sede do Episcopado em Bogotá, o chefe rebelde viajou para Cuba e depois se transferiu à Venezuela, país onde tinha sido detido em dezembro de 2004.

“A decisão de Uribe de libertar Granda mostrou que ele é um homem que está disposto a assumir muitos riscos pela paz da Colômbia”, sustentou hoje o vice-presidente colombiano.

Neste contexto, considerou que “as Farc não entenderam que a pessoa com a qual podem fazer a paz mais rápido é com o presidente Uribe”.

No caso de Granda, Santos afirmou acreditar que “não vai levar muito tempo até que o guerrilheiro volte à prisão”.

“Isso é importante, e isso é o que temos que fazer”, acrescentou o funcionário, indicando que a ordem de detenção já foi dada aos organismos de segurança do país.

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    25/07/2008 0h00

    O Governo colombiano pediu a detenção de Rodrigo Granda, information pills conhecido como o “chanceler” da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), cheap libertado há um ano por solicitação do Executivo francês, ampoule disse hoje em Bogotá o vice-presidente colombiano, Francisco Santos.

    “É preciso voltar a capturar Rodrigo Granda”, disse Santos.

    Granda foi libertado em 4 de junho do ano passado por ordem do presidente colombiano, Álvaro Uribe, sob a condição de que não retornasse à luta armada.

    Sua libertação ocorreu após um pedido do presidente da França, Nicolas Sarkozy, para que se integrasse aos esforços em favor dos sequestrados pelas Farc, dentre os quais se incluía então a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, resgatada pelo Exército colombiano em 2 de julho.

    Após uma breve temporada na sede do Episcopado em Bogotá, o chefe rebelde viajou para Cuba e depois se transferiu à Venezuela, país onde tinha sido detido em dezembro de 2004.

    “A decisão de Uribe de libertar Granda mostrou que ele é um homem que está disposto a assumir muitos riscos pela paz da Colômbia”, sustentou hoje o vice-presidente colombiano.

    Neste contexto, considerou que “as Farc não entenderam que a pessoa com a qual podem fazer a paz mais rápido é com o presidente Uribe”.

    No caso de Granda, Santos afirmou acreditar que “não vai levar muito tempo até que o guerrilheiro volte à prisão”.

    “Isso é importante, e isso é o que temos que fazer”, acrescentou o funcionário, indicando que a ordem de detenção já foi dada aos organismos de segurança do país.

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