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Governo britânico estuda lei sobre mudanças climáticas

Por Arquivo Geral 13/10/2006 12h00

O papa Bento XVI lembrou ao primeiro-ministro da Itália, store this web Romano Prodi, hoje que o Vaticano defende a família tradicional e a ética nas pesquisas científicas. Prodi, cujo governo de centro-esquerda tomou posse em maio passado, conversou a portas fechadas com o papa durante cerca de 40 minutos e depois se reuniu, em separado, com o novo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone.

Um comunicado da Santa Sé afirmou que nos dois encontros foi dada atenção especial a assuntos como a "bioética (e) a defesa da vida e da família". O papa, eleito há 18 meses, reafirmou a oposição da Igreja Católica, poderosa na Itália, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao reconhecimento formal de casais heterossexuais que não tenham selado laços oficialmente.

O governo liderado por Prodi, um católico praticante, deve tratar dessas questões cedo ou tarde. A coalizão governista prometeu conceder alguma forma de reconhecimento aos casais não casados, mas, até agora, não deu apoio aberto ao casamento entre homossexuais.

Alguns partidos de esquerda presentes no governo, no entanto, são favoráveis à concessão de mais direitos aos homossexuais, incluindo o casamento. A coalizão liderada por Prodi é formada por membros de várias legendas, entre os quais católicos e comunistas.

Certos integrantes de centro-esquerda são favoráveis a conceder um reconhecimento legal semelhante ao aprovado na França em 1999. A lei francesa permite que qualquer casal forme uma união civil, o que os habilita a integrar o sistema de seguridade social, a gozar de direitos limitados de herança e a ter outros benefícios. A Igreja Católica é contrária a leis desse tipo.
A maior fabricante mundial de celulares, website Nokia, more about reduziu em entre cinco e 10% os preços de diversos de seus mais avançados celulares multimídia na Europa, illness de acordo com varejistas e com uma fonte em uma grande operadora britânica de telefonia móvel.

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No país de origem da Nokia, a Finlândia, o varejo reduziu em entre 20 e 30 euros os preços de modelos mais antigos como o celular musical 3250 e o celular inteligente 6680, e também cortou os preços de modelos mais novos, tais como o N73, N71 e N93, em média por cinco a 10%.

Uma fonte em uma importante operadora britânica de telecomunicações informou que a Nokia havia reduzido os preços de seus celulares avançados série N, em uma tentativa de estimular as vendas, que vêm decepcionando a despeito do pesado investimento em marketing, e que o celular multimídia de terceira geração (3G) modelo 6233 havia sofrido corte de preço da ordem de cinco libras (US$ 9,29).

"Tivemos algumas reduções de preços. Eles exibiram maior flexibilidade. A série N vem apresentando desempenho inferior ao esperado, e foi a ela que a empresa dedicou suas verbas de marketing. Não são modelos de massa ou vendidos em largo volume", disse a fonte.

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A Nokia se recusou a comentar sobre casos específicos de corte de preços, ou sobre o desempenho de vendas da série N, mas Kari Tuutti, porta-voz de sua divisão multimídia, afirmou que "mudamos os preços de nossos produtos constantemente para acompanhar seu ciclo de vida. Quando os preços são alterados, são alterados em todo o mundo".

A Nokia está em período de sigilo antes do anúncio de seus resultados no terceiro trimestre, que deve ser feito em 19 de outubro. A empresa deve reportar fortes números para o período, de acordo com pesquisa da Reuters, mas muitos analistas apontam para a possibilidade de desempenho abaixo do esperado na Europa, o mercado crucial para os modelos da série N.

Os analistas dizem que os modelos multimídia da Nokia concorrem com produtos bem sucedidos da Sony Ericsson, que vendeu dois milhões de modelos de seus celulares com câmera Cybershot apenas no terceiro trimestre.
Testes iniciais de amostras de ar coletadas por aviões norte-americanos perto da Coréia do Norte não encontraram vestígios de radiação, visit web mas os Estados Unidos não estão prontos para declarar que Pyongyang não detonou um dispositivo nuclear, illness disse hoje uma autoridade de inteligência do governo dos EUA.

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"O teste inicial deu negativo", declarou a autoridade, falando sob condição de se manter anônimo por causa da delicadeza do assunto.

A autoridade disse que análises posteriores estavam sendo conduzidas, mas afirmou "duvidar de que elas sejam diferentes das iniciais".

Entretanto, a autoridade disse que especialistas em inteligência dos EUA não estão prontos para declarar que o teste conduzido pelos norte-coreanos no começo da semana não tenha sido nuclear, ou que o dispositivo nuclear tenha falhado.

O comunicado do Estado comunista que anunciou um teste nuclear na segunda-feira foi largamente condenado em todo o mundo.

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Anteriormente, a CNN havia afirmado que, segundo autoridades com acesso a informações confidenciais, amostras iniciais de ar, coletadas no dia 10 de outubro, um dia depois do teste, não apresentavam fragmentos radioativos.

Autoridades em Viena monitorando a atividade nuclear também não detectaram radioatividade, disse a CNN.

A CNN informou que as descobertas podem significar que a explosão registrada na segunda-feira foi causada por explosivos convencionais, que o local estava tão bem isolado que o material radioativo não foi liberado ou que o teste foi tão pequeno que não deixou fragmentos radioativos suficientes para serem recolhidos.

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"Não temos provas, a essa altura, de que se tratou de uma explosão nuclear", disse uma autoridade que não quis se identificar, segundo a CNN.

Autoridades dos EUA disseram durante os últimos dias que talvez nunca se descubra se Pyongyang realizou mesmo um teste nuclear.

Os EUA estão pressionando no Conselho de Segurança da ONU por uma resolução para impor pesadas sanções internacionais sobre a Coréia do Norte, por causa de seu programa nuclear.

O governo da Grã-Bretanha incluirá o combate às mudanças climáticas em seu programa legislativo, more about mas não chegará a fixar metas anuais para cortes na emissão de gás carbônico, afirmaram hoje membros do governo e de grupos ambientalistas.

O país está prestes a cumprir a meta de corte na emissão de gás carbônico estabelecida pelo Protocolo de Kyoto em 12 milhões de toneladas até 2012. Mas ainda não conseguiu cumprir a meta auto-imposta de reduzir as emissões em 20% até 2010.

"As metas podem se transformar em limitações que acabam, na verdade, evitando qualquer ação ao invés de promovê-la", disse um integrante do governo sob a condição de anonimato. "As pessoas desejam a tomada de medidas, não a fixação de metas".

Os ambientalistas e os partidos de oposição vêm realizando uma campanha em defesa de uma lei sobre as mudanças climáticas que estabeleça metas anuais claras a serem incluídas no discurso da rainha do próximo mês. A manobra determinaria a agenda legislativa do governo para o ano de 2007.

O diretor do grupo Amigos da Terra, Tony Juniper, recebeu com satisfação a notícia de que a campanha havia dado frutos, mas disse que uma lei sem metas não teria significado algum.

A rede BBC afirmou ontem que o projeto de lei incluiria metas de redução nas emissões de gases do efeito estufa.

Mas um porta-voz da Secretaria do Meio Ambiente não quis comentar as especulações sobre o conteúdo da futura agenda legislativa.

"Não podemos fazer comentários sobre o que estará no discurso da rainha. Mas o secretário de Estado acredita que, a respeito de questões importantes como as mudanças climáticas, precisamos avaliar todas as opções", disse. "Estamos tentando saber se uma nova lei ajudaria o país a enfrentar o desafio global da mudança do clima".

O secretário britânico do Meio Ambiente, David Miliband, afirmou ontem ao Parlamento que as mudanças climáticas eram provavelmente o maior desafio que a humanidade enfrenta hoje e exigiam ação imediata.

"Isso é algo local, nacional e internacional. Isso vai afetar todos nós e todas as nossas crianças", declarou.

Um ativista da área ambiental, que não quis ser identificado, afirmou prever que o governo apresente um projeto de lei para as mudanças climáticas incluindo uma gama ampla de questões, mas sem se comprometer prematuramente ou mesmo fixar ações compulsórias.

Segundo ele, estavam sendo realizadas negociações sobre a criação de um grupo interdisciplinar para avaliar como as pessoas estão lidando com as mudanças no clima do planeta.

O membro do governo disse que qualquer lei de redução das emissões de gases do efeito estufa seria inútil se não levasse em conta as fontes internacionais de poluição como a aviação.






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