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G8 mantém apoio às sanções ao Irã, mas elogia esforços de Brasil e Turquia

Arquivo Geral

26/06/2010 16h47

 

O Grupo dos Oito (G8, países mais ricos e Rússia) encerrou hoje sua cúpula anual, no Canadá, com uma condenação à “falta de transparência” das atividades nucleares do Irã e ao ataque da Coreia do Norte ao navio sul-coreano.

 

“Estamos profundamente preocupados com a contínua falta de transparência do Irã a respeito de suas atividades nucleares e sua declarada intenção de manter e expandir o enriquecimento de urânio”, afirmou o comunicado final do G8.

 

“Nosso objetivo é persuadir os líderes iranianos a participarem de um diálogo transparente sobre suas atividades nucleares e a cumprirem com as obrigações internacionais do país”, acrescentaram os países mais industrializados do mundo.

 

O grupo solicitou a “todos os estados que implementem totalmente” a resolução 1929 do Conselho de Segurança das Nações Unidas que impõe novas sanções contra o regime de Teerã por seu programa nuclear.

 

O G8 também agradeceu o Brasil e a Turquia por seus esforços de mediação no conflito com o regime de Teerã.

 

A respeito da Coreia do Norte, o G8 disse: “deploramos o ataque do dia 26 de março que causou o afundamento do navio sul-coreano ‘Cheonan'” e exigimos que Pyongyang “se omita de cometer qualquer ataque ou ameaçar hostilidades contra a República da Coreia”.

 

O grupo acrescentou que a Coreia do Norte “não tem e não pode ter o status de um Estado com armas nucleares de acordo com o Tratado de Não-Proliferação Nuclear”.

 

Em matéria de luta contra a mudança climática, o G8 ofereceu seu “forte apoio às negociações em andamento dentro da Convenção Marco da Mudança Climática das Nações Unidas” e solicitaram que os países em desenvolvimento reduzam suas emissões “em 80% ou mais para o 2050”.

 

Mas o G8 acrescentou: “discutimos a importância de assegurar que as economias sejam resistentes ao clima. Concordamos que é preciso mais pesquisa para identificar os impactos em nível global, regional, nacional e subnacional e as opções de adaptação, incluindo a inovação de infraestruturas e tecnologias”.

 

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