O Parlamento libanês, more about onde hoje o chefe do Exército, side effects Michel Suleiman, será eleito novo presidente do país, já está com todos os seus acessos fechados.
Apenas jornalistas e fotógrafos duplamente credenciados – junto ao Ministério da Informação e à Assembléia Nacional – conseguem entrar na área.
Até os restaurantes do centro de Beirute, que tinham aberto suas portas após o fim do acampamento que a oposição mantinha no bairro, estão fechados por motivos de segurança.
Nas ruas, onde o tráfego é melhor do que o normal por ser feriado, é possível ver um grande número de veículos militares e motocicletas da Polícia circulando.
A segurança também foi reforçada no caminho do aeroporto, onde, desde ontem, desembarcam as delegações oficiais que assistirão à escolha e à posse do novo presidente.
A eleição de Suleiman como 12º chefe de Estado do Líbano e terceiro depois do Acordo de Taif (1989, que pôs fim a 15 anos de guerra civil) tira o país de uma grave crise.
A oposição, liderada pelo grupo xiita Hisbolá, exigia o direito ao veto em um novo Governo e o não desarmamento de suas milícias, contra o que a maioria parlamentar se posicionava.
Essa situação gerou confrontos não só em Beirute, mas em várias regiões libanesas, e, em seis dias, 65 morreram e 200 ficaram feridas.
No entanto, um acordo alcançado na última quarta-feira em Doha (Catar) pelos principais líderes libaneses abriu o caminho para uma solução.
“Embora não seja um acordo completo, é muito melhor do que a situação que vivíamos”, disse à Agência Efe Rula, uma jornalista do jornal “An-Nahar”.
A eleição de Suleiman é a primeira grande realização do acordo de Doha, que também prevê a formação de um Governo de unidade nacional e a reforma da lei eleitoral.