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Forças israelenses matam seis homens armados do Hamas em Gaza

Por Arquivo Geral 14/10/2006 12h00

Um barco com bandeira das Ilhas Comores naufragou neste sábado na costa da Turquia e deixou três tripulantes mortos. As informações são da agência estatal de notícias Anatolia.
A guarda costeira da Turquia resgatou sete tripulantes da embarcação de 1.832 toneladas. Não houve informação disponível sobre o destino que tinha o barco nem o material que transportava.

O próximo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), price o sul-coreano Ban Ki-Moon, prometeu ser um líder resoluto e advertiu os que o descreveram como discreto para que não cometessem o erro de tomá-lo por alguém fácil de lidar.

"Posso parecer discreto e falar macio, mas isso não significa que não possua liderança nem comprometimento", disse Ban em sua primeira entrevista oficial desde que foi nomeado, por aclamação, pelos 192 membros da Assembléia Geral na sexta-feira.

Modéstia e humildade são consideradas virtudes pelos asiáticos, disse ele, mas não devem ser mal-interpretadas. "Tomo decisões conclusivas quando isso é necessário", afirmou ao ser questionado sobre relatos de que seu estilo o tornava inapto para o cargo.

Ban, que é o ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul, venceu confortavelmente seis adversários que competiam para suceder Kofi Annan, o africano que vem liderando o órgão mundial desde 1997. Ban é o segundo diplomata asiático a liderar a ONU e deve assumir o posto em 1º de janeiro. Mas ele disse que queria começar a trabalhar na transição o mais rápido possível. Um assessor disse que Ban pode se mudar para Nova York já no próximo mês.

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Ban deixou claro que pretende viajar bastante, delegando a maior parte da administração diária dos 9 mil funcionários da ONU para um vice. O embaixador dos Estados Unidos na ONU, John Bolton, disse que o sucessor de Annan deveria centrar esforços mais no gerenciamento do que na diplomacia, uma posição que Ban delicadamente rejeitou.

"O fardo administrativo do secretário-geral é grande demais", disse Ban. "Vou tentar equilibrar meu trabalho como líder político e como líder administrativo". Ban vai começar seu mandato de cinco anos no que Annan chamou de o trabalho mais impossível do mundo, com uma agenda repleta que inclui de ameaças de proliferação nuclear e terrorismo a uma reforma na própria ONU.

Ban deixou de lado as perguntas sobre respostas futuras ao teste de armas nucleares da Coré ia do Norte, como a se ele estaria pronto para visitar Pyongyang no início do próximo ano para ajudar a diminuir a tensão regional.

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O Conselho de Segurança de 15 membros planeja votar hoje ainda uma resolução sobre a questão, apoiada por Ban, impondo sanções de armas e econômicas à Coréia do Norte em resposta à explosão subterrânea na segunda-feira passada.

Ban, que foi nomeado chanceler da Coréia do Sul em janeiro de 2004, estava envolvido nas negociações de seu país com o vizinho do norte e com os esforços internacionais para acabar com a crise nuclear com o governo comunista. Ele mapeou uma possível reforma, dizendo que embora seja difícil diminuir o tamanho da ONU e suas várias agências, elas tinham que trabalhar com total capacidade.

"Precisamos encontrar o lado competitivo e comparativo de cada agência", disse Ban. "É necessário maximizar a força e minimizar a redundância. Precisamos usar os recursos já limitados de uma forma mais efetiva e eficiente".

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Um diplomata de carreira que se formou como primeiro da classe no curso de Relações Internacionais da Universidade Nacional de Seul, Ban já serviu três vezes na missão de seu país na ONU, em Nova York. Diplomatas sul-coreanos e de outras nacionalidades que trabalharam com ele o descrevem como um mediador habilidoso e capaz, que é popular com seus subordinados e um incansável trabalhador.

Ban nasceu em uma família de camponeses em 1944 na cidade de Chungju e se casou com uma namorada do col égio. Eles tiveram duas filhas e um filho. Em um discurso de aceitação do cargo, em inglês e francês, ele lembrou ter sido escolhido em sua escola aos 12 anos de idade para ler uma mensagem à ONU pedindo ajuda para o povo húngaro durante o levante de 1956.

"Eu pouco entendia o significado profundo da mensagem. Mas eu sabia que a ONU existia para ajudar em épocas de necessidade", disse ele. Ban disse que sonhava ser diplomata desde que era garoto, mas que nunca tinha imaginado que poderia ser secretário-geral da ONU, até se tornar ministro das Relações Exteriores. "Agora eu realizei meu sonho", disse.

 

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Atualizada às 17h06 

Um avião particular de pequeno porte está desaparecido desde as 19h37 de sexta-feira após ter saído de Vitória, sick no Espírito Santo, em direção a Porto Seguro, na Bahia, informou hoje a Infraero.

A aeronave modelo PA34 Senica e prefixo PTISF perdeu contato com a torre de controle cerca de 20 minutos após a decolagem, enquanto sobrevoava a região de Aracruz, no norte do Espírito Santo. O bimotor havia saído do aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, por volta das 14h, e parado para abastecer no aeroporto de Vitória. Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a Força Aérea Brasileira iniciou buscas por terra, próximo à cidade de Aracruz.

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"Estamos trabalhando com a hipótese de um pouso forçado", disse um assessor da Infraero. O avião pertence a Arduino Coutinho de Souza e faz parte do Aeroclube Paulista, de acordo com a Infraero.

O vôo possuía cinco passageiros e um tripulante a bordo. Não há ainda informações sobre vítimas. De acordo com informações da Aeronáutica, o avião tinha combustível suficiente para voar por mais cinco horas.

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Tropas israelenses mataram seis homens armados do grupo militante Hamas em confrontos no norte da Faixa de Gaza hoje, cheap disseram fontes da segurança palestina, em meio ao forte aumento da violência no território costeiro.

Nos últimos três dias, 19 palestinos foram mortos em conflitos em Gaza, a maioria deles militantes. Cerca de 24 pessoas também ficaram feridas. Não houve relatos de qualquer morte ou ferimento entre israelenses. Desde que Israel aumentou sua ofensiva em Gaza, em junho, após o seqüestro de um de seus soldados por militantes, ao menos 250 palestinos foram mortos, aproximadamente metade era de civis.

Israel diz que a ofensiva foi elaborada para encontrar o soldado seqüestrado e impedir que os militantes atirassem mísseis caseiros contra Israel. Ataques por mísseis aumentaram nos últimos dias.

Quatro dos militantes mortos hoje morreram quando a casa em que se escondiam foi atingida por um ataque a míssil de Israel, disseram fontes de segurança. O exército israelense confirmou um ataque, dizendo que um tanque anti-míssil havia sido disparado contra uma de suas unidades e eles responderam.

Uma coluna de tanques israelenses acompanhada por helicópteros se deslocou para uma área a leste da cidade de Jabalya, próximo à Cidade de Gaza, durante a noite, parte do que Israel nomeou de operação Rain Man.

Israel diz que a operação será encerrada no domingo, mas que o timing "será determinado de acordo com avaliações de segurança". A imprensa israelense informou que o ministro da Defesa Amir Peretz havia instruído o exército a expandir suas operações para evitar ataques a míssil em cidades no sul de Israel.

Peretz é originalmente da cidade de Sderot, próximo a Gaza, que tem sido freqÜentemente atingida por mísseis disparados de Gaza no último ano. Os ataques a míssil costumam causar prejuízo e ferimentos leves, mas raramente mortes. Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia destruído uma casa no sul de Gaza, na cidade de Rafah, disseram médicos e testemunhas.

Forças israelenses mataram, na sexta-feira, quatro palestinos, três deles militantes do Hamas, na maior onda de violência e ntre israelenses e palestinos em Gaza em semanas. Nove pessoas foram mortas na quinta-feira.






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