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FMI não espera grande mudança nas projeções depois dos acordos dos EUA, diz economista-chefe

“As tarifas acordadas nesses acordos são semelhantes às tarifas efetivas dos EUA, subjacentes às suposições do FMI. Teremos que ver se esses acordos comerciais serão mantidos ou se serão desfeitos”, ponderou

Redação Jornal de Brasília

29/07/2025 11h05

trump delivers remarks on reciprocal tariffs

Foto: Brendan SMIALOWSKI/AFP

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Pierre-Olivier Gourinchas, afirmou que os acordos comerciais dos Estados Unidos com a União Europeia (UE) e com o Japão não devem gerar grandes mudanças nas projeções econômicas para o ano nos próximos meses, em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 29. Segundo ele, o FMI ainda está analisando os detalhes das negociações.

“As tarifas acordadas nesses acordos são semelhantes às tarifas efetivas dos EUA, subjacentes às suposições do FMI. Teremos que ver se esses acordos comerciais serão mantidos ou se serão desfeitos”, ponderou.

Na ocasião, Gourinchas disse que está começando a verificar um aumento de preços por conta das tarifas e que deve avançar ainda mais no decorrer do ano.

Ainda, de acordo com o economista-chefe, a depreciação do dólar “é um desdobramento relevante nos últimos meses” e, em relação à China, a demanda doméstica na potência asiática “continua relativamente fraca”.

O FMI divulgou nesta terça o relatório Perspectivas da Economia Mundial (WEO, na sigla em inglês).

Estadão Conteúdo

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