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Mundo

FMI não comentará prisão de Strauss-Kahn

Arquivo Geral

15/05/2011 11h55

O Fundo Monetário Internacional (FMI) indicou neste domingo que não fará comentários sobre a prisão do diretor-gerente da entidade, o francês Dominique Strauss-Kahn, acusado de crimes sexuais, e afirmou que a instituição continua “completamente operacional”.

Em comunicado, a diretora de Relações Externas do FMI, Caroline Atkinson, afirmou que Strauss-Kahn “contratou advogados”. “O Fundo não tem comentários sobre este caso. Todas as perguntas serão dirigidas a seu advogado pessoal e às autoridades locais”.

“O FMI permanece completamente operacional e em pleno rendimento”, acrescenta o comunicado.

Strauss-Kahn, de 62 anos, foi detido no sábado como suspeito de ataque sexual contra uma camareira de hotel, no aeroporto John F. Kennedy de Nova York a bordo de um avião da companhia aérea Air France, que estava a ponto de viajar a Paris.

O político francês, que não possui imunidade diplomática, foi acusado formalmente de tentativa de estupro, ato sexual criminoso e retenção ilegal.

Segundo a Polícia nova-iorquina, a camareira, de 32 anos, declarou que, quando entrou na suíte de Strauss-Kahn no hotel Sofitel, em pleno centro de Manhattan, o alto funcionário saiu do banheiro sem roupas, se aproximou dela e tentou obrigá-la a fazer sexo com ele.

A camareira conseguiu fugir e relatou o ocorrido a seus colegas de trabalho, que chamaram a Polícia.

Quando os policiais chegaram ao hotel, Strauss-Kahn, considerado possível candidato às eleições presidenciais francesas do ano que vem, já tinha ido embora, de maneira aparentemente precipitada, pois deixou no quarto alguns objetos pessoais, entre eles o telefone celular.

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